Em pleno ano de 2018 ainda ouve-se falar muito sobre assédio, tanto moral quanto sexual.
Segundo o site do Conselho Nacional de Justiça - CNJ, O assédio moral caracteriza-se por toda conduta abusiva, a exemplo de gestos, palavras e atitudes que se repitam de forma sistemática, atingindo a dignidade ou integridade psíquica ou física de um trabalhador. Na maioria das vezes, há constantes ameaças ao emprego e o ambiente de trabalho é degradado. No entanto, o assédio moral não é sinônimo de humilhação e, para ser configurado, é necessário que se prove que a conduta desumana e antiética do empregador tenha sido realizada com frequência, de forma sistemática. Dessa forma, uma desavença esporádica no ambiente de trabalho não caracteriza assédio moral, mas sim por fato isolado.
Então, como nossa profissão é uma das mais atingidas por esse tipo de prática abusiva, o editorial desse mês traz uma matéria publicada na revista Você RH - Ed. Março/2018 sobre esse assunto:
"O debate sobre assédio sexual cresceu em 2017, quando inúmeros relatos sobre Harvey Weinstein, produtor americano conhecido por filmes como Pulp Fiction e Bastardos Inglórios, apareceram na imprensa. O produtor foi demitido do estúdio no qual era copresidente. Desde então, muitas pessoas sentiram-se encorajadas a quebrar o silêncio sobre esse tema ainda considerado tabu, principalmente por meio da hashtag #MeToo, que ganhou enorme dimensão nas redes sociais. Seguindo a onda de denúncias, a revista Time, em sua edição especial na qual elege a personalidade do ano, trouxe na capa algumas das vítimas que romperam o silêncio e expuseram seus agressores, como a atriz Ashley Judd e a cantora Taylor Swift.
Para ouvir histórias como essas, não é preciso ir tão longe. No Brasil, segundo um estudo do site Vagas.com, realizado em 2015 com quase 5 000 profissionais, 52% já sofreram algum tipo de assédio no ambiente de trabalho. Desses, 10% dos casos poderiam ser caracterizados como assédio sexual — e as mulheres eram vítimas em 80% deles. Nesse cenário, é fundamental pensar no papel do RH — tanto na prevenção quanto na punição do assédio. A seguir, veja dez dicas práticas de como lidar com o tema.
1. Treine os funcionários
Para que todos os funcionários estejam cientes dos tipos de comportamento considerados inaceitáveis na companhia, é preciso realizar treinamentos frequentes, sejam eles formais ou informais, como workshops. “A organização tem responsabilidade pelos atos de seus representantes e precisa adotar alguns meios para garantir a integridade física e mental do empregado e proporcionar um ambiente saudável”, diz Gisela Freire, advogada do escritório Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto. o combate ao assédio sexual e moral no ambiente de trabalho começa com medidas como promover palestras de conscientização, criar canais de denúncia, facilitar a comunicação dos empregados sobre o assunto, elaborar um manual de conduta e punir os agressores.
2. Pratique o código de ética
Mesmo que as regras estejam todas no papel, é preciso trazê-las para a realidade. “A empresa deve deixar muito claro que essa conduta não é tolerada, explicando o que é o assédio e quais as consequências para o empregado”, diz Gisela. O RH é um dos guardiões do comportamento, participando do comitê para investigar as denúncias e incentivando essas conversas na empresa. “A área de recursos humanos precisa levar essa mensagem para a organização e tem o papel de educar, de trazer a consciência e de fazer com que a empresa viva o código de ética.”
3. Comece pelo recrutamento
A prevenção do assédio deve começar já no momento da contratação dos funcionários. “A ideia é olhar com cuidado todos os processos de RH: como é o recrutamento e a seleção? os valores do candidato estão sendo levados em conta? Estamos demitindo um funcionário porque não foi feita uma avaliação adequada de seu comportamento antes de contratá-lo?”, exemplifica Angela Lucas, professora de comportamento organizacional e liderança do centro universitário FEI.
4. Diminua a desigualdade de gênero
Trazer mais mulheres para dentro da organização pode ser um fator decisivo para a prevenção do assédio no ambiente de trabalho. Contudo, só colocar funcionárias dentro da companhia não é suficiente — a cultura machista, muitas vezes enraizada nos empregados, pode impedir a equidade de gêneros. “Um olhar atento aos detalhes é importante para tornar o ambiente mais inclusivo. Na estrutura hierárquica da empresa, há mulheres? Elas estão em cargos estratégicos? Elas são alvo de piadinhas que não deveriam ouvir? Como é a aceitação das mulheres dentro da organização?”, diz Angela.
5. Fortaleça os canais de denúncia
O principal motivo para uma vítima de assédio manter-se em silêncio é o medo de sofrer alguma retaliação, de acordo com um estudo elaborado pelo instituto de pesquisa Opinium, no Reino Unido. Por essa razão, 58% das pessoas não reportam os casos. Como fazer com que os empregados não tenham medo de denunciar? “Encorajamos as pessoas a falar sobre o assunto e temos realizado um acompanhamento e um controle para que não sofram retaliação”, diz Sheila Ceglio, diretora de RH do laboratório Pfizer, que mantém uma plataforma específica para receber as denúncias. É importante que esses canais sejam efetivos e preservem o anonimato da vítima caso ela opte por não divulgar sua identidade. “Quando uma empresa tem uma área de RH organizada, esses processos são bem eficientes”, diz Gisela. “Nessas organizações, as pessoas procuram esses canais porque sabem que o problema vai ser apurado.”
6. Investigue os casos
Assim que as companhias recebem uma denúncia, a ação mais comum é fazer uma investigação para comprovar se o assédio realmente aconteceu. “Temos um comitê composto de diretores da empresa no qual esses assuntos são analisados e investigados. Posteriormente, dependendo da avaliação desse comitê, são tomadas as providências. A investigação é confidencial e temos pessoas específicas para isso”, diz Aline Cintra, gerente de aquisição de talentos da Monsanto, multinacional que atua no setor de biotecnologia e agricultura. Para a investigação, qualquer meio pode ser utilizado como prova, incluindo foto, mensagem, vídeo, presente recebido, e-mail, gravações e testemunhas.
7. Esqueça a hierarquia
Mesmo quando o assediador ocupa um cargo elevado, a empresa tem o dever de coibir a prática. “Para que uma política funcione, é preciso que ela ignore o nível hierárquico. Em situações como essa, o cargo do funcionário não é relevante”, diz Sheila, da Pfizer. “Não dá para levar em consideração a hierarquia quando estamos falando de uma cultura de comportamentos inadequados. O tratamento tem de ser igual para todos.”
8. Dê apoio à vítima
Após a conclusão da investigação e a comprovação do assédio, é importante acolher a vítima. “Muitas vezes, é mais uma conversa, um suporte psicológico, miniférias ou até mesmo uma mudança de área”, diz Angela, da FEI. Embora não haja um consenso sobre a melhor forma de agir, é certo que a empresa não pode se omitir. “Com frequência, a vítima se sente culpada por ter sofrido o assédio, achando que pode ter dado uma brecha. Isso precisa ser trabalhado dentro da empresa”, diz Angela.
9. Tome uma atitude
Se a organização não tomar nenhuma atitude em relação ao agressor, há o risco de a vítima denunciar o empregador. Isso acontece porque, na Justiça, é mais fácil processar uma empresa do que um assediador individualmente. “se o departamento de recursos humanos for bem estruturado, os casos de assédio na empresa, possivelmente, não chegam à Justiça, porque já são tratados internamente”, diz a advogada Gisela.
10. Cobre a punição do infrator
Para crimes de assédio, a punição é aquela prevista no código de ética da companhia — advertência, suspensão ou até mesmo demissão por justa causa. Esta última medida não é uma decisão fácil, reconhece Angela. “Desligar um funcionário é algo muito complicado para uma empresa, principalmente se o empregado tem um cargo importante ou se a organização investiu muito na carreira dele. Por justa causa, é mais difícil ainda, devido às implicações legais”, diz Angela. “O profissional demitido pode entrar com recurso, e esse é um nível de exposição que muitas companhias não querem ter.”
Muitas empresas de médio e grande porte já estão adotando a prática do "Compliance" que, dentre outras características, incentiva o conhecimento e a prática do código de ética como ação rotineira no dia a dia dos colaboradores de todas os níveis hierárquicos.
Cabe a cada um dos profissionais da empresa a fiscalização quanto ao cumprimento do código de ética.
Um Abraço!
A Autora
Fontes: Artigo publicado no site da revista Você RH, ed. Março/2018: https://exame.abril.com.br/negocios/saiba-o-que-a-sua-empresa-pode-fazer-para-combater-o-assedio/. Acesso em 05/04/2018.
Site do Conselho Nacional de Justiça - conceito de Assédio Moral: http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj//noticias/cnj/84036-cnj-servico-o-que-e-assedio-moral-e-o-que-fazer. Acesso em 05/04/2018.
quinta-feira, 5 de abril de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Em breve...novidades!
Prezados Leitores,
Estou reformulando as pesquisas e, em breve, trarei novidades com relação aos temas aqui abordados.
Se vc quiser indicar algum tema, mande para o e-mail:
blogdesecretariado@gmail.com
Até breve!
Rosaly Costa
Autora
Estou reformulando as pesquisas e, em breve, trarei novidades com relação aos temas aqui abordados.
Se vc quiser indicar algum tema, mande para o e-mail:
blogdesecretariado@gmail.com
Até breve!
Rosaly Costa
Autora
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
Abaixo Assinado Nota de Repúdio ao Decreto nº 9.262, de 9 de janeiro de 2018 (DOU do dia 10/01/2018 – Nº 7, Seção 1, pág. 5).
A FENASSEC - Federação Nacional das Secretárias e Secretários está movendo um abaixo assinado, em repúdio ao Decreto nº 9.262, de 9 de janeiro de 2018 (DOU do dia 10/01/2018 – Nº 7, Seção 1, pág. 5).
Colega Secretário (a) Executivo (a), contamos com sua assinatura para rever essa injustiça com a nossa profissão:
https://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/39313#inicio
Colega Secretário (a) Executivo (a), contamos com sua assinatura para rever essa injustiça com a nossa profissão:
https://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/39313#inicio
Rosaly Costa
Autora do Blog
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Editorial: Decreto nº 9.262, de 9 de janeiro de 2018
Após um período dedicado à minha filha, cujo nascimento ocorreu em 20 de outubro de 2017, retomo as pesquisas do Blog e, com tristeza, deparo-me com o Decreto nº 9.262, de 9 de janeiro de 2018 , homologado pelo Presidente em exercício, o qual exclui nosso cargo de Secretariado Executivo, demonstrando desrespeito para com os profissionais de Secretariado Executivo que buscam no Funcionalismo Público uma forma de levar a excelência de suas atividades e tornar o serviço mais ágil, prático e eficiente.
Pessoalmente, sempre almejei do Funcionalismo Público o cargo de Professora do Curso de Secretariado Executivo, com o objetivo de inspirar nos meus futuros alunos a mesma paixão e determinação que em mim foi descoberta, durante as aulas e ao exercer as atividades, através de Bolsa de Iniciação Acadêmica e nos estágios os quais pude aproveitar em meu tempo de aluna acadêmica.
Hoje penso como se torna cada vez mais difícil lecionar em um país que exclui os profissionais, através de decretos como esse.
Abaixo, deixo publicada a Nota de Repúdio enviada pela nossa Federação, e nas fotos é possível ler o envio realizado também pela nossa federação, ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República:
"NOTA DE REPÚDIO
A Diretoria da Federação Nacional das Secretárias e Secretários – FENASSEC repudia de forma veemente a publicação do Decreto nº 9.262, de 9 de janeiro de 2018 (DOU do dia 10/01/2018 - Nº 7, Seção 1, pág. 5), pelo Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Michel Temer. Tal Decreto extinguiu, dentre outros, cargos de Secretariado no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. O profissional de Secretariado é essencial para o desempenho e organização eficiente das funções de qualquer órgão gestor, seja no setor público ou privado. Ao extinguir os cargos de secretariado descritos no Decreto nº 9.262/2018, o Excelentíssimo Senhor Presidente da República desconsiderou o fato de que as atividades pertinentes ao Secretariado não foram extintas das organizações, elas continuam existindo e serão sempre necessárias para o seu funcionamento e desenvolvimento e que tal profissão é regulamentada, de maneira que as funções atinentes a esta atividade somente podem ser exercidas pelos profissionais que comprovem a devida habilitação. Evidente, assim, o desrespeito e a afronta direta à Lei Federal nº. 7.377/1985. A FENASSEC estudará as medidas cabíveis para reverter tal injustiça e garantir a manutenção dos cargos e funções de Secretariado no âmbito da administração pública federal.
Brasília, 11 de janeiro de 2018.
DIRETORIA DA FENASSEC"
Pessoalmente, sempre almejei do Funcionalismo Público o cargo de Professora do Curso de Secretariado Executivo, com o objetivo de inspirar nos meus futuros alunos a mesma paixão e determinação que em mim foi descoberta, durante as aulas e ao exercer as atividades, através de Bolsa de Iniciação Acadêmica e nos estágios os quais pude aproveitar em meu tempo de aluna acadêmica.
Hoje penso como se torna cada vez mais difícil lecionar em um país que exclui os profissionais, através de decretos como esse.
Abaixo, deixo publicada a Nota de Repúdio enviada pela nossa Federação, e nas fotos é possível ler o envio realizado também pela nossa federação, ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República:
"NOTA DE REPÚDIO
A Diretoria da Federação Nacional das Secretárias e Secretários – FENASSEC repudia de forma veemente a publicação do Decreto nº 9.262, de 9 de janeiro de 2018 (DOU do dia 10/01/2018 - Nº 7, Seção 1, pág. 5), pelo Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Michel Temer. Tal Decreto extinguiu, dentre outros, cargos de Secretariado no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. O profissional de Secretariado é essencial para o desempenho e organização eficiente das funções de qualquer órgão gestor, seja no setor público ou privado. Ao extinguir os cargos de secretariado descritos no Decreto nº 9.262/2018, o Excelentíssimo Senhor Presidente da República desconsiderou o fato de que as atividades pertinentes ao Secretariado não foram extintas das organizações, elas continuam existindo e serão sempre necessárias para o seu funcionamento e desenvolvimento e que tal profissão é regulamentada, de maneira que as funções atinentes a esta atividade somente podem ser exercidas pelos profissionais que comprovem a devida habilitação. Evidente, assim, o desrespeito e a afronta direta à Lei Federal nº. 7.377/1985. A FENASSEC estudará as medidas cabíveis para reverter tal injustiça e garantir a manutenção dos cargos e funções de Secretariado no âmbito da administração pública federal.
Brasília, 11 de janeiro de 2018.
DIRETORIA DA FENASSEC"
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Editorial: Evento XIV SEMISEC
Nos dias 23 a 26 de agosto de 2017 aconteceu o XIV SEMISEC.
Voltado para o tema “DIFERENCIAIS COMPETITIVOS DO SECRETARIADO” o evento foi um sucesso de conteúdo e público. A Secretária Executiva Thays Garcia compareceu ao evento e nos conta tudo sobre a sua experiência:
“Participar
do XIV SEMISEC, foi uma experiência importante para me atualizar de que a
carreira de um profissional de Secretariado Executivo tem que estar em
constante atualização”
Voltado para o tema “DIFERENCIAIS COMPETITIVOS DO SECRETARIADO” o evento foi um sucesso de conteúdo e público. A Secretária Executiva Thays Garcia compareceu ao evento e nos conta tudo sobre a sua experiência:
“Participar
do XIV SEMISEC, foi uma experiência importante para me atualizar de que a
carreira de um profissional de Secretariado Executivo tem que estar em
constante atualização”
O XIV SEMISEC – Seminário
Multiprofissional Integrado de Secretariado da Região Nordeste, teve como tema
central “DIFERENCIAIS COMPETITIVOS DO SECRETARIADO” que fez com que o público
refletisse sobre a atuação e a busca constante do conhecimento. O evento ocorreu no Hotel Blue Tree Towers Rio Poty em Teresina-Piauí no período de 23 a 26 de
agosto de 2017.
O público-alvo do evento foram
profissionais, estudantes e docentes de Secretariado. Para os profissionais o
legado do evento foi o de refletir sobre a atuação e na constante busca pelo
aperfeiçoamento de suas práticas e técnicas. Para os estudantes houve um
momento científico no evento para apresentação de artigos científicos e
pôsteres, no qual o 1º e 2º lugar foram para egressas do curso de Secretariado Executivo
da UFC, assim como, a premiação em 2º e 3º lugar em pôsteres. Para os docentes
houve um momento para lançamento, venda e exposição de livros.
Na ocasião do evento, ocorreu o lançamento
do livro “Técnicas Profissionais para Secretariado & Taquigrafia” da autora
profa. Maria Helena de Macêdo Lima. (foto: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=2378720955687348&set=pb.100006483995302.-2207520000.1505842726.&type=3&theater)
Além disso, o evento também apresentou
novidades, como o Lançamento do XX CONSEC 2018, o lançamento do Seminário
Nacional para a Criação do Conselho de Secretariado e a apresentação e Posse
Festiva da nova Diretoria da FENASSEC. (foto: https://www.facebook.com/secretariandos/photos/pcb.1936401013242685/1936400066576113/?type=3&theater)
O evento foi um verdadeiro sucesso e a
próxima edição será realizada em João Pessoa – PB. "
E fica o convite para o próximo SEMISEC e também para o CONSSEC, que acontece esse ano (Veja a publicidade do evento na aba de eventos do Blog).
Um Abraço!
A Autora.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
Novos editoriais em aprimoramento!
Caros leitores,
Em breve estarei postando novos conteúdos, inclusive em comemoração ao nosso dia: 30 de Setembro!
Aguardem...
Em breve estarei postando novos conteúdos, inclusive em comemoração ao nosso dia: 30 de Setembro!
Aguardem...
terça-feira, 11 de julho de 2017
Editorial: Descubra se o HomeOffice é o complemento ideal para sua carreira.
Muitos profissionais estão em busca de uma renda extra com trabalhos HomeOffice...mas será que essa modalidade se encaixa com nossa rotina de Secretários Executivos? Abaixo o Blog está trazendo esse mês um artigo sobre essa forma de trabalho que está crescendo cada vez mais, por vários motivos, mas principalmente como um complemento à carreira profissional:
"Franquias “home office” são aqueles negócios em que você
pode trabalhar em casa, sempre muito à vontade, podendo visitar a geladeira com
frequência, com um olho na TV e outro no computador. Além disso, é possível
definir seu horário e também a carga de trabalho. Parece muito bom, melhor
ainda se o seu negócio é uma franquia! Mas vale mesmo a pena ter uma franquia
para trabalhar em casa e apenas por meio período? Vamos ver quais os principais
benefícios e desafios exigidos de um franqueado que pode trabalhar em casa:
"Franquias “home office” são aqueles negócios em que você
pode trabalhar em casa, sempre muito à vontade, podendo visitar a geladeira com
frequência, com um olho na TV e outro no computador. Além disso, é possível
definir seu horário e também a carga de trabalho. Parece muito bom, melhor
ainda se o seu negócio é uma franquia! Mas vale mesmo a pena ter uma franquia
para trabalhar em casa e apenas por meio período? Vamos ver quais os principais
benefícios e desafios exigidos de um franqueado que pode trabalhar em casa:
Suas motivações X distrações
Qual a sua motivação? Se costumeiramente acorda cedo e parte
para atacar a lista de tarefas que está sobre sua mesa no atual emprego, esse
pode ser um bom indicativo de que você terá
sucesso com um negócio “home office”.
Mas se a grande motivação, por exemplo no seu atual emprego,
é apenas lutar para não ser demitido, considere que ter uma franquia “home
office” não será adequado para você. Saiba mais: O Grupo Studio apresenta 5
fatores para você analisar e decidir se vale a pena abrir uma franquia
Patrocinado
Para ter seu próprio negócio em casa você precisará ser
muito produtivo e, se por um acaso você é daqueles que se distrai com todas as
atividades que acontecem ao seu redor – crianças, cônjuge, pássaros, tarefas
caseiras que deixou para depois, certamente não terá a necessária dedicação e
atenção focada para o seu negócio “home office”.
Auto controle X controlado
Ao trabalhar em casa, você perderá a relação e o convívio
com colegas de trabalho e a sensação de fazer parte de uma equipe. Você pode
ser um daqueles lobos solitários que gostam da vida autônoma, ou talvez daquele
tipo de pessoa que rende mais quando tem um chefe à sua espreita.
É claro que nem todas as franquias “home office” obrigam a
um isolamento completo. Algumas franquias permitem que você trabalhe em casa,
mas exigem seu envolvimento pessoal e presencial com clientes. Saiba mais: Franquia de sucesso pede olhar
afiado. Descubra com a TOTVS o motivo. Quando você tem seu próprio negócio,
pode controlar suas horas de trabalho, que serão compatíveis com as receitas.
De um modo geral, quanto mais você trabalha, mais você ganha!
Organização, disciplina e muita motivação
Um franqueado “home office” bem sucedido é muito organizado
e disciplinado. Terá que fazer e atender suas ligações, responder e enviar
e-mails, além de uma forte atividade em redes sociais para vender. Além de uma
agenda pessoal bem controlada, terá cobranças, contas a pagar, contatos e
atendimentos tendo que definir objetivos pessoais e trabalhar muito para
alcançá-los. Você terá que estabelecer metas, como, por exemplo, conseguir
atingir pelo menos cem clientes até o final do primeiro semestre de atuação no
negócio. Além disso, deverá definir os meios com os quais poderá atingir esta
meta, ou seja, pelo Facebook, telefone ou mesmo com visitas a clientes
potenciais.
Tudo dependerá do seu esforço pessoal com planejamento e
muita organização, além de uma enorme motivação.
Patrão do empregado, empregado do patrão!
Legal, finalmente você é o patrão, o chefe! Mas também será
o seu próprio empregado. Em um negócio “home office” você geralmente é tudo,
desde presidente até funcionário. Você paga as contas, cobra, resolve os
problemas do cliente e se torna o especialista em marketing. Se o seu
computador não estiver funcionando, você deve consertá-lo ou entrar em contato
com alguém para que o faça.
Ah, mas os benefícios!
“Home office” funciona bem para uma série de negócios,
particularmente aqueles que não exigem a contratação de funcionários. Também para aqueles negócios
em que você não receberá a visita de clientes, mas que terá eventualmente
visitá-los. Você terá uma considerável redução de despesas evitando gastar com
espaços em lojas e escritórios para instalar o negócio, além de trabalhar em
casa perto da família.
Mas não vai funcionar se você não trabalhar. Se as
distrações de estar em casa são muito tentadoras, ou se a falta de interação
com os outros faz com que você se sinta isolado, você não estará focado em seus
negócios e sua empresa não conseguirá render o que você esperava.
Marcus Rizzo é sócio-fundador da consultoria Rizzo Franchise."
E se vc acha que essa pode ser uma forma lucrativa e que vc conduzirá de maneira a não sobrecarregar sua principal atividade profissional, vale a pena investir!
Até Mais!
A Autora.
Fonte: Artigo publicado para a Revista PME: http://exame.abril.com.br/pme/vale-a-pena-abrir-uma-franquia-em-casa-e-trabalhar-meio-periodo/.
Acesso em 11/07/2017.
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