terça-feira, 23 de março de 2021

Editorial: 1 ano de pandemia ...como estamos lidando?

 Amigos leitores,


Estamos no mês em que se completou um ano do início dos decretos de isolamento social e da pandemia, situações que ainda estamos enfrentando...mas, como estamos lidando com tudo isso?

Em minha experiência pessoal, continuo trabalhando home office, alguns dias precisei ir na empresa para trabalho presencial, sempre tomando todos os cuidados.

Mas, infelizmente essa não é a realidade de muitos profissionais: Alguns ficaram desempregados e precisaram "se virar nos 30" para conseguir seu sustento, dividindo-se entre sair pra trabalhar e arriscar a vida ou arriscar passar fome em casa. Não sou a favor de abrir o comércio, sou a favor de medidas econômicas eficazes para apoiar a população.

Não temos uma previsão exata de quando tudo isso vai passar, mas já enxergamos a luz no fim do túnel, que é a vacina. Aliás, quero fazer um apelo a você, leitor(a), que não deixe de se vacinar, pois somente essa medida, além do isolamento social, está se mostrando ser eficaz para combater a contaminação e todo o caos que estamos vivendo já faz um ano.

Desejo a você que consiga passar por tudo isso e que fique tudo bem!


Equipe do Blog.


terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Reflexões para o novo ano...Feliz 2021!

 Amigos leitores,

Esse ano foi totalmente diferente de tudo que já vivemos e muito aprendizado pode ser retirado de tudo isso: o Home Office se fortaleceu bastante, tivemos que nos adaptar em tempo recorde ao trabalho e nos dedicarmos as tarefas rotineiras da casa, principalmente os casais que trabalham fora e /ou que tem filhos.

Foi muito difícil, estressante, mas quando pegamos
o ritmo, tudo fluiu como tinha que ser, as demandas foram entregues, as reuniões foram adaptadas e realizadas também. As metas não deixaram de ser batidas e os resultados foram entregues.

Precisamos nos organizar quanto a horário de trabalho e horário de "lazer/descanso". Refletimos sobre as demandas de trabalho antes da pandemia, pois dedicávamos praticamente nosso tempo integral ao trabalho e nossa família ficava em segundo plano, até mesmo nos finais de semana, pois algumas vezes as viagens de trabalho caíam bem no sábado/domingo. 

Percebemos que precisávamos estar mais próximos da nossa família, estar juntos na educação dos nossos filhos (digo por mim, que acompanhei minha filha de 03 anos em seu primeiro ano escolar, praticamente todo online). Precisamos ser pais, funcionários, esposo/esposas, mães/pais e ainda cuidar de nós mesmos, nossa saúde física e mental. 

Assim como 2019 foi o ano de muitas ascensões profissionais, 2020 foi o ano de cuidar da família e fortalecer os laços de amizade, mesmo que à distância.

Enquanto ainda não podemos viver nossas vidas, com a segurança que só a vacinação nos trará, vamos refletir sobre o que fizemos esse ano que colheremos os frutos na nossa rotina futura, quando tudo voltar ao (novo) normal.


Feliz 2021!!!


A Autora

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Editorial: O tema do momento é...Salário Emocional

 Amigos Leitores,

Em outubro ocorreu o meu retorno ao trabalho presencial, agora estou trabalhando no formato híbrido. Confesso que minha adaptação ainda está ocorrendo, pois foram 8 meses trabalhando apenas Home Office, mas está ocorrendo tudo dentro da normalidade.

Tenho lido alguns artigos e postagens trazendo de volta um tema que não é novo, mas que, a meu ver,  foi pouco comentado na época em que surgiu: o Salário Emocional. Me questionei se esse assunto voltou a figurar nas redes por motivo de tantas perdas que alguns profissionais tiveram em seus locais de trabalho: reduções salariais, redução de benefícios, dentre outros. Percebo o  "salário emocional" como justificativa aos motivos pelos quais os funcionários resolveram permanecer em seus postos de trabalho apesar das perdas, agora que tudo está voltando ao normal.

Mas, para entender melhor o conceito e abrangência desse tema, trouxe um artigo do site rh.com.br:

"Salários generosos sempre foram o principal artifício utilizado pelas empresas para atrair e manter bons profissionais. Quando a remuneração deixou de ser o único item avaliado pelas pessoas, as organizações passaram a oferecer uma série de benefícios adicionais, como auxílio em despesas médicas, creche para os filhos dos funcionários e subsídios em cursos de capacitação e qualificação, para citar os exemplos mais comuns. Hoje, no entanto, quem está no mercado quer mais do que simplesmente ganhar mais. É por isso que os gestores estão cada vez mais atentos ao chamado “salário emocional“.

Ao contrário de um salário comum, o salário emocional não é representado por uma cifra e nem está registrado em carteira. Trata-se, na verdade, de um conjunto de fatores emocionais e motivacionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa. Por ser algo subjetivo, que varia de acordo com cada ambiente ou tipo de profissional, sua composição acaba sendo diferenciada.

Uma pesquisa realizada pela consultoria Kienbaum – empresa que possui mais de 20 anos de atuação na área de Recursos Humanos a – junto a 18 mil líderes, entre diretores e gerentes, apontou que o item mais importante para o profissional se sentir bem e motivado em uma organização está relacionado ao progresso na carreira, ao aprendizado e ao desenvolvimento.  A natureza das atividades, um ambiente de trabalho desafiador e o conteúdo enriquecedor da função também são levados – e muito – em conta. A remuneração apareceu só na quarta posição.

Nova call to action

A oportunidade de se desenvolver e crescer, em muitos casos, pesa mais na escolha do profissional do que um alto salário, avalia Fausto Alvarez, um dos sócios da Kienbaum. Esse é um dos fatores que compõem o salário emocional, que na avaliação do especialista acaba funcionando como um meio de retenção. São ações que atendem desejos e necessidades dos colaboradores e que os “prendem” a um determinado emprego. “Mas isso deve estar relacionado a possibilidades reais de crescimento, desenvolvimento constante e novos desafios”, lembra Alvarez.

Aplicação

Cabe ao gestor, principalmente, conduzir o processo de desenvolvimento de sua equipe, o que irá resultar em um clima organizacional positivo e na “construção” do salário emocional. Isso não quer dizer que o colaborador não deva fazer sua parte, demonstrando interesse e buscando se capacitar para melhorar seu desempenho e aumentar as chances de dar um salto na carreira.

A regra é que as possibilidades de desenvolvimento e crescimento sejam oferecidas a todos, sem distinção. “Uma boa política e processos de meritocracia acabam naturalmente mostrando que as melhores recompensas serão sempre destinadas àqueles que entregam mais resultados”, reforça Alvarez. Essa clareza é importante para evitar rumores de que uma ou outra pessoa possa se beneficiar por motivos que vão além da sua atuação profissional, por exemplo.

Quando vale?

A atuação da área de Recursos Humanos de uma organização é decisiva no processo de motivação e retenção de pessoas através do salário emocional. Ela deve levar o tema de forma estruturada para o grupo que tem a responsabilidade pelas decisões mais importantes e estratégicas da organização. Alvarez ressalta que o salário emocional está diretamente ligado ao clima e ao desempenho das pessoas. “Se estivermos em uma organização que nos oferece possibilidades de crescimento pessoal, de aprendizado contínuo, de desenvolvimento, um trabalho desafiador, onde tenhamos a oportunidade de mostrar que podemos trazer uma contribuição diferenciada, o clima será muito melhor e o desempenho também, para que as pessoas acompanhem e mereçam todas as possibilidades que surgirem”, avalia.

Mas como as organizações e os profissionais podem se beneficiar do salário emocional, já que, na prática, é algo intangível? Alvarez responde: “O principal benefício que ele gera é, sem dúvida alguma, o sentido de pertencer àquela organização, e não há nada mais valioso que isto para uma empresa, ou seja, o desejo dos seus colaboradores de que pertencem àquela empresa e de saber que seus talentos desejam continuar lá”.


O que é um salário emocional?

É um conjunto de fatores emocionais e motivacionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa. Dentre eles se destacam:

  •  Oportunidades de desenvolvimento profissional;
  • Oportunidades de progressão na carreira;
  •  Reconhecimento do trabalho;
  •  Motivação;
  •  Ambiente de trabalho positivo;
  •  Natureza e desafios do cargo ocupado;
  •  Conteúdo enriquecedor da função desempenhada.
  • Sentir-se parte da organização em que se trabalha."


Para nós, Profissionais de Secretariado Executivo, o salário emocional na maioria das vezes tem grande parcela de contribuição na nossa motivação em estar na empresa. Mas, claro, esse é um dos fatores, podendo não ser o principal, sempre vai depender do clima organizacional e do profissional que está atuando na empresa. Vale a pena refletir se vc está satisfeito com seu salário material e emocional.

Eu, por exemplo, estou muito satisfeita com a empresa onde trabalho, sinto que sou valorizada e gosto muito do clima organizacional da minha equipe e dos meus gestores. Meus dois salários, físico e emocional,  são muito bons pra mim, no momento.


Até mais!


Fonte: Artigo pubicado em 13/04/2017, no site: https://www.rhportal.com.br/artigos-rh/salario-emocional/, acesso em 13/11/2020.

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Editorial: o retorno ao trabalho

 Amigos leitores,


Estamos observando que, mesmo com os dados ainda alarmantes em nosso país, aos poucos os estados do Brasil estão organizando seu retorno aos trabalho e à vida cotidiana.

E com essa volta da nossa rotina precisamos organizar o que decidimos fazer enquanto estávamos na quarentena: Cuidar da nossa qualidade de vida, alimentação, vida profissional, objetivos e expectativas para viver o novo normal. Precisaremos ter mais cuidado ao ir e vir do trabalho, com as pessoas que encontramos e também cuidar de nós mesmos, manter a rotina de exercicios e atividades para relaxar, não voltar aos maus hábitos, cuidar também da nossa família, pois percebemos que são as pessoas mais importantes e essenciais da nossa vida. Por mais atarefados e estressados que possamos estar, nosso lar sempre deve ser a nossa fuga de tudo isso, deve ser nosso refúgio de amor e tranquilidade.


E estamos mais qualificados também, para cumprir nossas tarefas e funções, e colocar em prática tuo que adquirimos para nossa carreira, já que acumulamos mais conhecimento com os cursos realizados na quarentena.

Enfim, no mês dedicado aos profissionais de Secretariado Executivo, vamos aproveitar para nos presentear e participar de eventos online voltados pra nossa área, divulgados pelas redes sociais (eu mesma estou participando) e vamos falar sobre isso, sobre essa volta e como vamos fazer para nos valorizar mais e valorizar nossa carreira profissional, afinal, nós merecemos!!!


Parabéns aos meus colegas de profissão, aos estudantes e, principalmente, aos professores do ensino técnico em Secretariado Executivo e do Curso Superior em Secretariado Executivo.


FELIZ DIA, SECRETÁRIOS EXECUTIVOS!!!


A Autora

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Editorial: Mais de 100 dias em home office

 Amigos leitores,

Já se passaram mais de 100 dias do Isolamento Social e para nós, que ainda estamos trabalhado home office , durante esse período muitas análises puderam ser feitas a respeito da nossa adaptação com essa nova modalidade de trabalho. Os desafios da nova rotina de trabalho, a ansiedade causada pela ideia de que não podemos sair a menos que seja algo necessário e lidar com filhos pequenos (eu, no caso, que tenho uma filha de 2 anos e meio!) é desafiador e, ao mesmo tempo, enriquecedor.



Durante esse período podemos refletir sobre o que realmente importa pra nós, em relação àquela rotina que tínhamos, a qual constantemente nos convencíamos de que "não tínhamos tempo", hoje analiso que, na verdade, não havia uma gestão eficiente do tempo, pois, falando por mim,  eu dedicava muito tempo em coisas que não agregavam valor a minha vida pessoal (e vice-versa com a vida profissional) e também percebi que o grande vilão causador do meu estresse era o trânsito que eu pegava para me deslocar para o local de trabalho e de volta pra casa. Sem esse deslocamento, minha qualidade de vida melhorou muito e também minha alimentação, pois antes almoçava em restaurantes ou levava almoço (que me faziam ter a ilusão que eu tinha mais tempo, mas na verdade tinha era menos tempo) e isso, agregado ao sedentarismo por não ter tempo para atividades físicas, me deixavam com cansaço físico e mental.

Mas agora decidi que, quando voltar a minha rotina no escritório, tomarei outras atitudes para beneficiar minha vida pessoal e profissional.

O texto a seguir traz as reflexões de uma especialista da "The School of life", em artigo para a revista Você S/A:

"É como se tivéssemos levado um chacoalhão da vida e da natureza e, trancados entre quatro paredes, tivemos que encarar tudo aquilo que sistematicamente ignoramos nos últimos tempos. Entre tudo o que vínhamos deixando de lado está a pergunta: “o que você ama fazer?”. Esta reflexão tem muito a ver com a carreira dos profissionais em geral, refletindo diretamente nos resultados e no clima organizacional de empresas de todos os portes e segmentos.

A necessidade de nos sentirmos conectados com o trabalho que realizamos é algo bastante recente. Na maior parte da história, a humanidade nunca trabalhou por prazer ou propósito. Éramos cultivadores de terra, recolhendo feno e tosquiando ovelhas. Aqueles, cujos pais eram padeiros ou açougueiros, já estavam com seus destinos profissionais praticamente desenhados. A única razão para se trabalhar era o dinheiro como forma de sobrevivência. Nos tempos modernos, do qual fazemos parte, desde a Revolução Industrial ansiamos por trabalhos que sejam significativos. Passamos a construir as nossas vidas profissionais a partir dos nossos interesses e das nossas paixões. O trabalho ganhou status de satisfação pessoal e propósito, ganhando significativo espaço no nosso dia a dia. Afinal, como escreveu o filósofo Friedrich Nietzsche, o significado da nossa vida é: “nos tornarmos quem realmente somos”.

Na The School of Life acreditamos que três fatores garantem significado a um trabalho: ter afinidade com um dos nossos talentos; ajudar algo ou alguém, em pequena ou grande escala; e gerar impacto em outras pessoas, na sociedade, no país ou no planeta. Isso nos permite supor que nem sempre um desconforto no trabalho precisa ser resolvido com um pedido de demissão. Talvez, uma sensação de tédio ou de esgotamento possa ser resolvida com um exercício de se conhecer melhor e se analisar pacientemente para se reconectar com valores básicos que permitam a essa pessoa encontrar um propósito no trabalho que executa hoje. As pessoas sempre trabalharão mais e melhor quando o lado pessoal estiver engajado, ou seja, quando encontrarem um trabalho para amar, ainda que em seu pacote – misturado aos aspectos positivos – tenham situações decepcionantes, complicadas e desafiadoras. Mas, para alcançar esse entendimento, é importante refletirmos mais sobre o motivo que torna o nosso trabalho importante, quais são nossas motivações e os nossos valores, qual é o nosso lugar na organização na qual atuamos e como criar um plano para ampliar a nossa noção mais profunda de propósito.

Não se prive desse entendimento a respeito de você mesmo, principalmente no momento em que estamos vivendo. Como disse Alain de Botton, filósofo, escritor e fundador da The School of Life: “As pessoas só ficam realmente interessantes quando começam a sacudir as grades de suas gaiolas”. Eu, sinceramente, não consigo pensar em um ano que nos tenha exigido mais sobre este discernimento em saber o que queremos amar, com o que nos importar e como usar melhor o nosso tempo. Seja para os negócios ou para a vida, é sempre importante sabermos o que desejamos."


Um conselho: Faça você também essas reflexões e crie um planejamento de novas atitudes a serem tomadas quando tudo voltar ao "normal".


Até mais!


A Autora

Fonte: Artigo publicado pela Revista Você S/A, edição de Agosto/2020: https://vocesa.abril.com.br/blog/jackie-de-botton/voce-sabe-mesmo-o-que-ama-fazer/. Acesso em 12/08/2020.

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Editorial: O novo normal

Amigos leitores,

Estamos visualizando um novo cenário, que está sendo definido a cada semana, com os resultados divulgados pela Secretaria de Saúde.
É necessário cautela, atenção e responsabilidade, para que tudo possa dar certo.
Depois de 4 meses de Home Office começo a perceber que essa modalidade de trabalho será uma opção não só na empresa onde trabalho, mas também em muitas outras empresas. Eu tenho lido artigos que falam sobre incluir o Home Office como opção a mais na rotina das empresas, como essa matéria abaixo, do site Vagas.com:

"Encontrar uma vaga que incentive a sua produção – e não o controle de horas trabalhadas – é totalmente possível.
Mas, como nem tudo são flores, preciso dizer que existe um perfil específico para se dar bem nessa área.

Será que você tem esse perfil?

Você tem perfil para trabalho remoto?

Se você acha que é só ter um computador, internet e VOILÀ você pode trabalhar de casa, temos uma notícia meio chata: não é tão simples.
Muitos estudos indicam o aumento da produtividade quando você trabalha de casa, porém é necessário ter um perfil específico para isso.

No trabalho você tem uma organização (comportamental, principalmente) que ajuda na hora de cumprir regras, prazos e produção. 
Por mais que não seja a forma mais produtiva de trabalhar, essa organização nas empresas opera a base do comportamento de massa (eu trabalho, logo ela trabalha, logo todos nós trabalhamos, afinal aqui é um ambiente de trabalho).
Em casa você tem muitas distrações.

Talvez até muitas distrações e um cachorro.

O ponto é que é bem diferente do que seria uma empresa e é necessário que você tenha esse perfil para trabalhar remotamente.
Criamos um Quiz aqui na Know-How para ver quem tinha mais perfil para trabalhar de casa (apesar das horas de home office não terem aumentado rs) e deu tão certo que resolvemos abrir para todo mundo participar.

Enquanto você não faz o quiz, ou caso já tenha feito, vai uma dica: a coisa mais importante é a disciplina na hora de se organizar e produzir.
Se você esquece prazos, demora para entregar resultado ou até não tem muita capacidade de se autogerir, é bem provável que o home office te atrapalhe até.
Porém, se você tem todos esses atributos, então você vai se dar bem com o trabalho remoto, o que nos leva ao próximo ponto: as dicas para conseguir uma vaga de trabalho remoto!

Dicas para conseguir um emprego remoto (ou home office): 

Dica 1: Ter a infraestrutura é um ponto importante
Certifique-se que você tem internet o suficiente para navegar em uma velocidade razoável. O mesmo se aplica ao seu computador, certo?
Não adianta trabalhar de home produzindo vídeos, por exemplo, e não ter uma máquina que suporte a produção de 2 ou 3 vídeos grandes e pesados por dia. Isso só vai te atrasar (e pior, te estressar).


Dica 2: O trabalho remoto também exige um processo seletivo
Não ache que só porque o seu empregador não pode te ver frente a frente, ele não irá querer te conhecer ou entender se você tem o perfil para a vaga.
É claro que não existirá dinâmica de grupo, né! Mas é bem provável que existam testes de aptidão, técnicos e algumas entrevistas. 

Dica 3: Você precisa ter perfil e credibilidade profissional na internet
Não é qualquer empresa que irá te contratar, e para isso você precisa passar segurança para o RH.

Dica4: Você precisa ter uma hora para começar e uma hora para parar de trabalhar
A saúde mental é algo importante. Sempre falamos para os nosso leitores que é necessário priorizar a saúde mental acima de qualquer coisa na hora de procurar um emprego, estágio ou até mesmo trabalhar no dia a dia.

Por isso, já pense que procurar um trabalho remoto vai te forçar a ter uma organização onde você tenha uma hora para começar a trabalhar e outra para finalizar.

Caso contrário, você pode ficar preso no loop de dormir de dia e acordar a noite, ou até mesmo trabalhar mais horas do que necessário, o que acontece bastante pois você fica em casa e a hora passa rapidinho.

Organização é a palavra-chave na hora de pensar em trabalhar remotamente.

Claro que se você tiver determinado a trabalhar de home office, só testando que você conseguirá saber se é o seu perfil ou não.
Mas esperamos que o nosso quiz e as nossas dicas te ajudem a encontrar oportunidades de trabalho que sejam perfeitas para você."

Percebo que, no novo normal, quando todos puderem sair em segurança e tudo se estabilizar, acredito que essa modalidade estará fortalecida. Afinal, hoje, esse é nosso normal.

Até mais!

Fonte: Site Vagas.com: https://www.vagas.com.br/profissoes/home-office-saiba-como-trabalhar-bem-no-conforto-da-sua-casa/ Acesso em 06/07/2020.

Editorial: 65 anos da Universidade Federal do Ceará - UFC

Amigos Leitores,

No mês de Junho a Universidade Federal do Ceará - UFC completou 65 anos.
Minha história com a UFC começou no ano de 2009, quando ingressei como aluna do Curso de Secretariado Executivo. Desde então eu levo o nome da UFC com muito amor por onde passo e sou muito grata por tudo que a universidade tem feito pelo meu crescimento pessoal e profissional, através da Profa Conceição Barros e Profa Joelma Soares.
Na UFC fiz amigos,participei de eventos que foram importantes pro meu aprendizado e faço planos de voltar, no futuro, como professora do Curso de Secretariado Executivo.
Abaixo, fotos do meu álbum de formatura e uma foto atual.

2009:

















2020: