Imagine a seguinte situação: Você está em um determinado local ou em um evento e de repente chega um profissional e pergunta:
"Qual é a sua profissão?"
"Com o que você trabalha?"

"Afinal, o que você faz para viver?"
E agora? como resumir toda a sua profissão de maneira clara, interessante e objetiva, sem parecer "um livro inteiro"?
Algumas vezes somos surpreendidos com essas perguntas e, para ajudar a encontrar a luz no fim do túnel de ideias que passam pela nossa cabeça, segue um texto com dicas de como montar uma frase de impacto:
"Estamos cada vez menos tolerantes a ver e ouvir o que não nos atrai. O pior é que, no mundo offline e na hora do networking, não dá para obrigar ninguém a assistir ao filme da nossa vida.
A menos que você queira jogar conversa fora, tenha em mente que quando uma pessoa pergunta...
'Qual é a sua profissão?'
'Com o que você trabalha?'
'Afinal, o que você faz para viver?'
... ela não quer que você vomite todo o currículo, desde a bomba em física no 'terceirão'. Ela quer um compacto e sem as partes chatas que a carreira de todo mundo tem.
Talvez o seu interlocutor seja educado e não vire as costas depois de alguns segundos de engasgo, mas ele pode clicar numa espécie de skip ad mental e simplesmente se desligar da conversa.
Por outro lado, cinco segundos impactantes podem render a você um emprego melhor, um novo cliente ou, no mínimo, um fã para a vida toda.
Existem vários tipos de 'pitch', como são chamadas as mini apresentações de efeito, mas todos eles contêm três informações: o que você faz, como você faz e porque você faz o que você faz. Quer um exemplo?
Esse é o meu pitch:
'Eu ajudo as mulheres a alcançarem o sucesso, por meio de sessões de coaching, palestras e textos, porque profissionais realizadas tornam o mundo melhor.'
O passo-a-passo:
1. 'O que você faz?' Comece pelo resultado das suas atividades. É melhor do que usar nomenclaturas difíceis, como síndico de massa falida, por exemplo.
Eu ajudo as mulheres a alcançarem o sucesso.
2. 'Como você faz?' Descreva as atividades.
Por meio de sessões de coaching, palestras e textos.
3. 'Por que você faz o que você faz?' A relevância social do seu trabalho.
Porque profissionais realizadas tornam o mundo melhor.
Agora, o pitch caprichado da dona de uma escola de idiomas:
Eu elimino as barreiras na comunicação, por meio de cursos de idiomas, porque quem sabe falar outra língua tem mais oportunidades de trabalho, aproveita muito mais as viagens e amplia o círculo de amigos.
Tá pegando o jeito? Olha só o pitch descontraído de uma advogada tributarista:
Eu ajudo as empresas a pagarem os tributos corretamente, por meio da elaboração de um plano fiscal, porque pagar mais imposto que o necessário ninguém merece...
Sentenças muito arrumadinhas podem soar artificiais. Com o tempo, você vai encontrar as melhores palavras e, com a prática, o seu pitch vai sair com desenvoltura e brilho nos olhos. O importante é que ele reflita a sua verdade, para que as pessoas realmente queiram saber mais sobre você.
A vantagem dessa técnica é que ela permite cortar ou ampliar o discurso, dependendo da situação. Se você estiver procurando emprego, clientes ou patrocínio, pode acrescentar uma pergunta matadora:
'Você conhece uma mulher que deseje ter mais sucesso?'
'Você sabe de alguém que queira desfrutar mais das suas viagens internacionais?'
'Você conhece um empresário que não queira pagar impostos desnecessários?"
Com o tempo vamos pegando o jeito e a prática, para encontrar nosso próprio Pitch!
Até mais!
A Autora
Fonte: Adaptado de artigo publicado por Priscilla de Sá, para Revista Você S/A, Ed. Agosto/2014, em:
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-se-apresentar-e-causar-em-tres-passos
Acesso em 24/08/2014.
O fim do ano está chegando e a tendência nas empresas é acumular cada vez mais tarefas a serem entregues em prazos curtíssimos. E essa realidade para nós, Secretários Executivos, é algo até rotineiro, pois muitas atividades não dependem somente de nós, mas de outros profissionais e equipes. A matéria a seguir, publicada na Revista Você S/A, ed. Julho/2014, nos dá algumas dicas de como lidar com situações de urgência e como fazer para negociar o pode ficar para um prazo maior:
"Uma pesquisa feita pela Robert Half, empresa de recrutamento de São Paulo, sob encomenda para a VOCÊ S/A com 1.022 profissionais brasileiros, revelou que 56% das pessoas dedicam de 30% a 70% do dia de trabalho a tarefas urgentes. E sobra pouco tempo para os projetos importantes de longo prazo.
As atribuições que mais afetam são solicitações de última hora do chefe; excesso de e-mails; reuniões inesperadas; telefonemas de clientes e pedidos não planejados; e novos projetos. São pequenas interrupções que podem consumir o dia, atrapalhar a realização do que é importante e aumentar o estresse.
Por isso é fundamental entender o teor desses pedidos e criar a distinção entre o que é urgente de fato (e precisa ser resolvido o mais rápido possível) e o que é estratégico (e deve ser entregue no prazo, independentemente das urgências que surgirem no caminho). 'Quando há clareza sobre os objetivos de sua área e da empresa, fica mais fácil definir prioridades', diz Ricardo Jucá, da Atingire, consultoria de São Paulo.
Depois de separar as tarefas urgentes das importantes, é o momento de negociar. Inclua seu gestor na conversa, mesmo que a pendência parta de um colega ou de um cliente que pede um ajuste em algum projeto. 'Nem sempre o chefe sabe como está a agenda de cada membro da sua equipe', diz Adriana Prates, da Dasein Executive Search, empresa de seleção de executivos de Belo Horizonte.
Por isso é necessário ter uma comunicação clara e mostrar a ele tudo o que você tem para fazer — objetivamente, a fim de que não pareça desmotivado ou folgado. Indique as urgências que surgiram no dia e peça ajuda para organizar a lista de afazeres.
Pense também no tempo que vai levar para cumprir cada uma dessas tarefas. Nessa conversa, tente estabelecer limites para o volume de atribuições. Só assim você terá chance de conseguir cumprir o que promete no período estabelecido. 'Muitas vezes os prazos são curtos porque o profissional tem a fama de não entregar a tempo', diz Fernando Mantovani, da Robert Half.
'A estratégia de chefes e clientes é pedir para uma data mais próxima porque já contam com o atraso.' Em alguns casos, ainda mais se você gerenciar uma equipe, a solução é delegar.
'Pedir ajuda a quem é mais competente naquele assunto ou a quem está com a agenda um pouco mais folgada é melhor do que emendar horas extras', afirma Beth Zorzi, da Quota Mais, consultoria de São Paulo. Vale lembrar que você não pode abraçar o mundo, e ter humildade para gritar por socorro na hora do desespero é melhor do que virar a noite no escritório.
Lidar com urgências significa trabalhar com imprevistos, mas isso não quer dizer que você tenha de deixar o planejamento de lado. Planejar-se bem ajuda a apagar os incêndios com mais eficiência e a lembrá-lo de que precisa largar o extintor em períodos específicos se quiser entregar os projetos de longo prazo que estão sob sua responsabilidade.
Separe sempre um tempo para os imprevistos que vão, inevitavelmente, acontecer. Ainda mais se estiver em uma área em que o imediatismo é maior, como serviços, saúde e tecnologia. O planejamento evita cair no culto da pressa e resolver problemas de qualquer jeito para tirá-los da frente sem pensar na qualidade.
Planeje-se!
Há uma reclamação dos profissionais de que os chefes não estimulam as equipes a separar tempo para os projetos de longo prazo — essa é uma queixa de 64% dos entrevistados para a pesquisa da Robert Half. Na VIS Corretora, butique de seguros de São Paulo, o CEO, Nicholas Weiser, de 34 anos, criou um plano estratégico de prazos e metas.
'Até o ano passado, eu só apagava incêndios e sabia que isso prejudicaria o crescimento dos negócios', diz Nicholas. Para fugir dessa roda-viva, ele estruturou, ao lado de um conselho administrativo, as metas de curto, médio e longo prazo. 'Depois, criamos uma agenda de cumprimento de tarefas por área e reuniões mensais, bimestrais e anuais de acompanhamento'.
Isso facilitou a vida dos funcionários e aumentou a eficiência da empresa. 'As ações são muito mais objetivas agora', afirma Nicholas. Se seu chefe não tomou essa atitude, a organização deve partir de você mesmo. Estabeleça metas paralelas para as urgências e para os grandes projetos, e fique com elas sempre na cabeça.
Antes de sair do escritório, olhe sua agenda do dia seguinte e faça este raciocínio: quanto tempo eu preciso me dedicar ao que é mais complexo ou àquela tarefa mais importante? Faça uma estimativa e tente encontrar períodos em que o escritório esteja mais calmo para você ter tranquilidade de raciocinar.
Mas engana-se quem pensa que cultivar o senso de urgência é algo necessariamente negativo. Ter comprometimento para cumprir os prazos, vontade para colocar os projetos em pé e organização para não procrastinar são qualidades importantes — e responsáveis por construir o bom senso de urgência.
O segredo é encontrar equilíbrio a fim de que esse senso de urgência do bem não se transforme em senso de emergência, quando você tem uma pilha enorme de pendências para resolver e se enrola por não prestar atenção no que é mais importante. Ter senso de urgência positivo é entender por qual motivo o que precisa ser feito deve ser realizado em determinada velocidade.
Se você compreender isso, tem mais chance de sobreviver em um mundo cada vez mais imediatista e em um ano tão incerto quanto o de 2014. Ainda dá tempo para você se destacar em seu trabalho."
O importante é atentar-se para os assuntos que você pode delegar para outros setores. E lembre-se: Algumas vezes é melhor um "Desculpe, não posso ajudar nisso!" do que um "não deu pra fazer, desculpe!"
A Autora
Fonte: Matéria publicada na Revista Você S/A, ed. Julho/2014, por Elisa Tozzi, para o site: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/194/noticias/e-muito-urgente . Acesso em 17/08/2014.
Um ponto muito importante na profissão de Secretário Executivo é o compromisso. Cumprir o que assumir fazer é essencial para a construção de uma boa carreira. Essa semana trago uma entrevista publicada na revista Você S/A, Agosto/14, sobre a importância de cumprir os compromissos:
"O ponto importante aqui é um valor que definha em nossa sociedade: o ato de cumprir o que se promete. Esse valor foi sempre muito importante em nossa vida. Qualquer dúvida entre crianças e adultos era resolvida pela pergunta direta: “Você me promete?” Promessa era dívida. Quem não a cumpria criava a imagem de falso, incompetente, desleal e mentiroso.
Os tempos mudaram e, muito por culpa de nossa classe política, as promessas ficaram cada vez mais superficiais. Por serem sempre descumpridas sem remorso, foram cada vez menos cobradas. Ao observar o mundo dos negócios, podemos ver como o fenômeno da falta de credibilidade das promessas está instalado em nossa vida diária.
Discutem-se promessas de consecução de objetivos, de qualidade de produtos e serviços, de atenção com os funcionários. Prometer é hoje uma forma de terminar a conversa com uma afirmação que, por definição, não vai ser cumprida — e pior — nem cobrada. A promessa se tornou uma mentira socialmente aceita. Um horror.
Esse é um dos valores de nossa sociedade que devem ser resgatados. Precisamos valorizar nossos compromissos e ser cobrados de sua realização. Trata-se de um necessário esforço individual que tomará uma dimensão coletiva.
Outra parte importante é a cobrança. A força e a pertinência do ato de cobrar são o que motiva o pagamento da promessa. Seja mais idôneo e não assuma responsabilidades para desviar o assunto ou para ganhar tempo. Promessa é dívida. Cobrar é um direito."
Se você se comprometeu a fazer algo, cumpra! Se precisar de mais tempo para realizar, comunique à pessoa com quem você se comprometeu e peça mais tempo. O importante é não deixar de cumprir ou dar alguma satisfação à parte interessada.
Até mais!
A Autora
Fonte: Artigo publicado por Luiz Carlos Cabrera na revista Você S/A, Ed. Agosto/2014: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/194/noticias/o-pagador-de-promessas Acesso em 10/08/2014.
Olá Leitores,
Nós do Blog somos parceiros do VII SIMPES, realizado pelo SINSEPE e Curso Secretariado UFPE.
O evento trará um tema de relevante importância: a Sustentabilidade!
Mas o VII SIMPES também irá debater o tema sustentabilidade na ótica das organizações;
Despertar na categoria a importância de sua participação nesse processo voltado para um consumo consciente;
Capacitar os profissionais para desenvolver suas atribuições como agentes de transformação dos bens descartáveis, contribuindo com as ações voltadas para a sustentabilidade.
Não percam!
Maiores informações pelo e-mail: sinsepe@yahoo.com.br
Ficha de inscrição:
A partir de amanhã, 28/07, inicia-se o evento Secretárias Executivas do Brasil 2014, evento realizado pela Blue Ocean Events e apoiado pelo Blog. Eventos como esse são muito importantes para nossa profissão, pois reúne uma gama de líderes que farão palestras de alto nível, agregando valor e conhecimento para a nossa área. Nós Secretários Executivos precisamos estar sempre atualizados, sobre novas tendências de mercado, de novos conhecimentos e também atualidades da nossa área. Não perca essa oportunidade!
Segue abaixo um pouco desse projeto:
"
Após sucessos consecutivos na realização de encontros setoriais focados em gestão executiva, a Blue Ocean Business Events tem o prazer de anunciar a organização da SEB 2014 – SECRETARIADO EXECUTIVO BRASIL, primeira conferência de gestão estratégica para Secretárias(os) Executivas(os) atuantes nas principais empresas do país.
Com um formato dinâmico, organizado por meio de Oficinas, o encontro proporcionará uma nova visão sobre os atuais desafios que profissionais do setor enfrentam, em um ambiente corporativo cada vez mais exigente e onde as suas ações e decisões impactam diretamente na eficiência do corpo gestor de suas empresas. O encontro será realizado nos dias 28 e 29 de Julho de 2014 em São Paulo."
O blog enviará uma representante, que irá nos contar como foi a experiência do evento!
Até mais!
A Autora
Fonte: http://www.seb2014.com.br/ Acesso em 27/07/2014.
Em nosso cotidiano nos deparamos com algumas situações que em muito se parecem com os "sete pecados capitais". Mesmo estando atentos ao nosso comportamento, estamos sujeitos a praticar algum deles. Um artigo publicado por Cláudia Gasparini na edição de Julho/2014 da revista Você S/A explica como pode ocorrer esse comportamento no mundo empresarial:
" 'Onde há interação entre pessoas, aparecem vícios e virtudes. Nenhum ambiente de trabalho é exceção a essa regra.' - Essa é a opinião de Irene Azevedo, diretora de negócios da LHH | DBM. Para ela, os relacionamentos profissionais sofrem com as mesmas falhas humanas resumidas nos 7 pecados capitais da Igreja Católica.
Gula, luxúria, preguiça, inveja, ira, soberba e avareza são conhecidas como os nossos principais desvios da conduta desde o século 13, quando são Tomás de Aquino registrou a famosa compilação na obra "Suma Teológica".
Para Irene, a clássica lista nasceu de uma reflexão profunda sobre o comportamento humano - independentemente da conotação de pecado religioso.
“São deficiências universais e emblemáticas, que se aplicam a qualquer ambiente, inclusive o profissional”, opina a executiva.
Se, por um lado, essas falhas pertencem à natureza humana, por outro, a configuração atual do mercado de trabalho acentua nossas disposições negativas:
'As empresas estimulam o nosso lado mais egoísta e individualista ao não premiar suficientemente as conquistas coletivas, por exemplo', explica Irene.
A seguir, reunimos algumas traduções possíveis dos 7 famosos vícios para o universo do trabalho. Confira:
Inveja
'A maioria de nós é competitiva em alguma medida, mas isso pode passar dos limites', afirma Irene. Essa disposição humana pode ser muito estimulada no contexto profissional, em que a concorrência cumpre um papel central para a lógica dos resultados.
O sentimento pode levar profissionais de destaque a ser alvo da hostilidade de seus colegas. 'É comum ver pessoas que, por inveja, criticam e até boicotam quem incomoda', afirma Sandra Oliveira, diretora na Dale Carnegie de São Paulo.
Soberba
De acordo com Irene, a vaidade é outra 'praga' no mundo corporativo. 'A sensação de poder no trabalho muitas vezes torna as pessoas arrogantes', afirma a executiva.
Esse orgulho desmedido pode criar uma bolha em volta do indivíduo. 'Cada um só está interessado em si mesmo e nos seus próprios problemas, o que asfixia a comunicação e cria células isoladas no escritório', diz Sandra.
Ira
A agressividade também aparece frequentemente no mundo do trabalho, intensificada pelo estresse e pela pressão por resultados. 'Infelizmente, brigas, insultos e xingamentos não são raras em ambientes corporativos', diz Irene.
Segundo Sandra, a hostilidade também se manifesta mais facilmente com a internet. 'Usando o escudo de um email, por exemplo, as pessoas se sentem muito mais corajosas para lançar ofensas aos outros', explica.
Avareza
O apego exagerado ao dinheiro também é muito presente no mundo do trabalho. Segundo Irene, é natural o desejo de progredir materialmente. Porém, o objetivo de acumular riquezas não pode ser perseguido a qualquer custo.
'É quando a ambição vira ganância', diz a executiva. Visando a uma promoção ou aumento de salário, por exemplo, o profissional pode prejudicar os demais e atropelar todos os seus princípios.
Gula
A vontade excessiva de comida pode ser traduzida para o universo do trabalho como uma necessidade constante de "abocanhar" o que está ao redor. 'O vício da gula aparece no profissional que quer tudo o que é do colega, a tarefa, o cargo, o salário, o status', diz Irene.
Segundo a executiva, esse “guloso” do trabalho cobiça o espaço do outro, seja para obter mais reconhecimento do chefe, seja para simplesmente alimentar sua vaidade.
Luxúria
Para Irene, existem muitas metáforas possíveis para o desejo sexual excessivo no mundo profissional. 'A busca pelo prazer individual e a desatenção às necessidades dos colegas são atitudes que podem aparecer no escritório', diz ela.
É o caso de profissionais que põem a sua própria satisfação em primeiro lugar, em detrimento de qualquer consciência de equipe. Aqui estão incluídos os comportamentos egoístas, indelicados e espaçosos do dia a dia corporativo.
Preguiça
'O mundo corporativo está cheio de procrastinadores, que não pensam no impacto dos seus atrasos para o resto da equipe', afirma Irene.
Tarefas acumulandas, prazos estourados e pendências esquecidas são alguns sinais de que a ociosidade está reinando no ambiente de trabalho."
Às vezes identificamos esses comportamentos nas outras pessoas. Caso venha a prjudicar você, procure a pessoa e converse. Se não resolver, comunique à gestão superior. O importante é não deixar que interfira no seu trabalho.
Até mais!
A Autora
Fonte: Artigo publicado por Cláudia Gasparini, no site Exame.com, referente à Ed. Julho da revista Você S/A: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-7-pecados-capitais-no-mundo-do-trabalho. Acesso em 20/07/2014.
O artigo que compartilho com vocês, leitores, essa semana foi idealizado a partir de uma experiência vivenciada em minha rotina de trabalho, a qual me fez refletir na seguinte questão: Como lidar quando o avanço tecnológico não é bem aceito pelo gestor?
Esse texto foi retirado de uma publicação da revista Você S/A, Ed. Julho 2014:
"Compreender os hábitos digitais de consumidores e vislumbrar as oportunidades de criação de produtos e serviços que as novas tecnologias trazem são habilidades esperadas dos profissionais. Quem é capaz de sugerir inovações se destaca no mercado.
As empresas entenderam isso, mas sofrem com um problema: muitas mantêm no topo líderes analógicos, distantes da realidade digital e incapazes de detectar o valor das ideias de suas equipes. Uma pesquisa da firma de recrutamento de executivos Russell Reynolds com 300 empresas e 3 000 presidentes e executivos mostrou que apenas 18 companhias tinham diretorias altamente digitais.
O mesmo estudo mostrou que 210 empresas não tinham ninguém na cúpula com ligação com o mundo tecnológico. 'A informação está redesenhando as empresas, e quem não se transforma fica para trás', diz Javier Zamora, professor da Iese Business School de Navarra, na Espanha.
A situação no Brasil é semelhante. Embora existam exemplos de ações digitais muito bem-sucedidas, boa parte das empresas convive com uma diretoria pouco familiarizada com as novas tecnologias. São times que foram montados levando em conta as competências em outras áreas. Conhecimento digital não costumava ser um critério de escolha.
Os funcionários notam que o gestor não domina o vocabulário digital, ainda que ande de smartphone nas mãos para cima e para baixo. O chefe mostra-se temeroso em relação a mudanças nos negócios e incapaz de aproveitar oportunidades. Os projetos vão sendo abandonados e seus autores acabam frustrados.
'Saber ler o ambiente é uma competência que vai ser importante para toda a trajetória profissional. Você deve reconhecer se o líder está disposto a ouvir suas sugestões', afirma Halina Matos, da Cia de Talentos, empresa especializada em recrutamento e seleção de trainees, de São Paulo.
'A abordagem do diálogo precisa ser respeitosa acima de tudo. Bons líderes são antes de tudo pragmáticos. Se o funcionário apresentar casos e resultados positivos de experiências semelhantes, dificilmente o diretor vai ignorar a proposta', diz Pedro Waengartner, coordenador de marketing digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.
O trabalho não é um mundo perfeito. Quando deparar com um líder analógico, lembre-se de que lidar com diversidade é outra competência valorizada nas empresas, justamente por situações assim."
A maior virtude e também grande desafio da atualidade é saber lidar com todos os tipos de gestores. Esse é um grande diferencial da atualidade.
Até mais!
A Autora
Fonte: Artigo publicado por Olívia Fraga, para Exame.com, Revista Você S/A, Ed. Julho 2014: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/194/noticias/como-lidar-com-um-chefe-analogico