Saber se comunicar é algo muito importante para o profissional de Secretariado Executivo. E existem momentos para falar de determinados assuntos e existem assuntos que devem ser evitados no ambiente profissional.
O cenário atual do mercado de trabalho incentiva os profissionais a serem verdadeiros, autênticos, pois isso passa confiança para líderes e liderados....mas, como adequar a conversa ao ambiente certo?
Uma pesquisa publicada na revista Você S/A, Editora Abril, traz algumas dicas de como saber se expressar sem passar uma imagem profissional ruim:
"Nos últimos anos, as empresas perceberam que é preciso respeitar a individualidade do profissional, pois as pessoas querem ser elas mesmas no trabalho.
A ideia em voga hoje é que um ambiente saudável permite conversas francas e respeito à opinião do outro. Pesquisas em comportamento indicam que revelar características pessoais, crenças e emoções ajuda a estabelecer vínculos de confiança.
'Profissionais que demonstram autenticidade inspiram confiança e contribuem para o trabalho em equipe', diz lisa Rosh, professora assistente de gestão na escola Sy Syms de administração, da Universidade Yeshiva, em Nova York, que vem estudando a autenticidade no ambiente corporativo.
Apesar da maior abertura, o ambiente de trabalho ainda tem resquícios do passado de ser um lugar avesso a exibições de pessoalidade. Cria-se assim uma confusão: a pessoa quer falar o que pensa e é estimulada a ser autêntica, mas a mesma empresa que incentiva formalmente também reprime tacitamente demonstrações básicas de humanidade.
Qual será a medida certa? Segundo a professora lisa e sua colega Lynn R. Offermann, professora de ciências organizacionais e comunicação da Universidade de Washington, falar demais a respeito de si mesmo pode prejudicar o profissional. A constatação veio de mais de cinco anos de estudo sobre liderança, formação de equipes e habilidades de comunicação.
O prejuízo ocorre quando o profissional revela demais questões íntimas e demonstra sentimentos extremos, como a ira. Segundo Lisa, os profissionais perdem a noção de sinceridade por duas razões.
'Eles não conhecem seus pontos fortes e fracos e não sabem expor ideias adequadamente', diz Lisa. A incapacidade de encontrar essa medida pode trazer consequências para o profissional, que passa a ser visto como uma pessoa impulsiva e pouco confiável. "Ela será a última pessoa que alguém vai procurar para contar algo pelo medo de ter sua história divulgada nos corredores da empresa no dia seguinte", diz Lisa.
É importante ter cuidado ao revelar fatos pessoais. O limite para contar histórias pessoais está relacionado ao cargo que a pessoa ocupa na empresa. Segundo a coach Fattima Motta, sócio-diretora da F&m, de São Paulo, o profissional deve ficar atento para identificar os limites entre trabalho e vida pessoal e distinguir colegas de amigos.
'É preciso ter consciência desses dois papéis', diz. Paulo Schiavon, de 31 anos, diretor de mídia e business intelligence da Iprospect, empresa de marketing digital de São Paulo, costuma abordar questões particulares como forma de aproximar os funcionários. 'Falo de minha família, de como comecei a trabalhar e das dificuldades que já passei', diz Paulo. 'Isso ajuda a motivar meus funcionários e mostrar que sou parecido com eles', afirma.
Segundo paulo, a questão é não confundir autenticidade com ingenuidade. "Ser verdadeiro não signifca falar tudo o que pensa e para qualquer pessoa. Tem de ter filtro", diz. Antes de compartilhar questões pessoais, pergunte se a informação ajudará as pessoas a entender melhor seu pensamento e sua maneira de agir.
- A hora e lugar certos
Outro ponto importante é o lugar. Há empresas abertas e há aquelas em que será preciso observar a intimidade que os funcionários costumam revelar para poder se situar. Geralmente, nas companhias maiores, há mais regras e menos espaço para conversas abertas e pessoais. Mas isso não quer dizer que o profissional deva inventar um personagem de si mesmo para conviver no trabalho.
'Não exagere na impessoalidade nem invente história', afirma Lisa. Segundo ela, isso pode parecer óbvio, mas há muitos casos de executivos que inventam situações ou mudam totalmente de jeito para se ajustar à empresa ou a alguma situação. O importante é entender o ambiente e as pessoas que trabalham lá.
Algumas características negativas, como agressividade, nervosismo e ansiedade devem ser minimizadas no trabalho. 'Se é uma pessoa explosiva em casa, não pode ser assim no trabalho. Isso pode gerar demissão e atrapalhar o trabalho em equipe', afirma Adriana.
Observar o perfil das pessoas com quem você convive também é essencial. Segundo o psiquiatra Carlos Eduardo Carrion, de São Paulo, se estiver lidando com pessoas muito invejosas ou competitivas, compartilhar pensamentos e experiências no escritório pode ser prejudicial.
'Elas podem usar isso contra você em outra oportunidade', afirma. Seja qual for sua personalidade, o segredo está no equilíbrio. É possível se expressar de forma verdadeira e mais próxima de sua personalidade, mas sem se esquecer de que o ambiente corporativo tem regras.
Quando a experiência pessoal é um exemplo que ajuda a melhorar uma situação, dividi-la vale a pena. Se não for esse o caso, guarde a história para a hora do café ou o almoço com os amigos. Seja você mesmo, mas com cautela."
Até mais!
A Autora
Fonte: Caroline Marino, para Você S/A, ed. Fevereiro/2014. Publicado em: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/188/noticias/a-dose-certa-de-informacao?page=2. Acesso em 21/02/2014.
sábado, 22 de fevereiro de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Editorial: Saiba agregar valor à sua carreira.
No último dia 10 de Fevereiro as aulas da Universidade Federal do Ceará-UFC retornaram. E esse fato me trouxe uma reflexão: Os futuros profissionais sabem a importância de escolher o seu curso? Pensei nisso porque muitos estudantes escolhem o curso sem se dar conta que essa será sua carreira, seu futuro. Mesmo que ele perceba, depois, que não é bem aquilo que ele queria, inicialmente é com essa profissão que ele vai atuar no mercado de trabalho.
É muito importante, também, que o estudante, após escolher uma profissão, se especialize nela. E as escolhas dos cursos de especialização são importantes, pois vão agregar valor ao profissional. Muitos profissionais procuram fazer cursos que não tem muita relação com sua carreira, somente por gostarem de determinada área abordada ou pela temática que o curso trata. Claro que todo curso é importante, agrega determinado valor, mas alguns são mais essenciais.
Uma matéria publicada na Revista VOCÊ S/A, Editora Abril, define bem esse assunto:
"Muitos profissionais planejam a carreira de acordo com suas afinidades. Desde o curso de graduação até as áreas em que se especializam dentro da empresa, passando pelas tarefas do dia a dia, é interessante perceber que as pessoas se dedicam mais ao que consideram fácil e prazeroso. Não há nada de errado nesse comportamento, mas o preocupante é quando ele passa a definir todos os passos que um profissional dá na carreira.
Da mesma forma em que uma criança em idade escolar precisa estudar diferentes disciplinas como português, matemática e ciências, o profissional deve entender que há atividades e aprendizados necessários, mesmo sendo difíceis ou considerados “chatos”. Um exemplo simples é o inglês. Há quem alegue não gostar de estudar línguas, perdendo tempo e dinheiro investindo em outras atividades que não necessariamente seriam valorizadas em sua carreira.
Crescimento e desenvolvimento profissional requerem sacrifícios. Vale a pena tentar enxergar a longo prazo e entender que o aprendizado também vem dos momentos difíceis ou pouco prazerosos. Saber identificar que o que queremos é muitas vezes diferente do que precisamos pode ser decisivo para o sucesso na carreira."
Por isso, você que está começando seu curso agora ou já está graduado e inserido no mercado de trabalho, procure cursos que venham a valorizar sua carreira. Dessa forma você poderá aproveitar muito mais oportunidades.
Até mais!
A Autora
Fonte: Matéria publicada por Fernando Mantovani, para Você S/A online: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/sua-carreira-sua-gestao/2014/02/12/o-que-voce-quer-x-o-que-voce-precisa/. Acesso em 16/02/2014.
É muito importante, também, que o estudante, após escolher uma profissão, se especialize nela. E as escolhas dos cursos de especialização são importantes, pois vão agregar valor ao profissional. Muitos profissionais procuram fazer cursos que não tem muita relação com sua carreira, somente por gostarem de determinada área abordada ou pela temática que o curso trata. Claro que todo curso é importante, agrega determinado valor, mas alguns são mais essenciais.
Uma matéria publicada na Revista VOCÊ S/A, Editora Abril, define bem esse assunto:
"Muitos profissionais planejam a carreira de acordo com suas afinidades. Desde o curso de graduação até as áreas em que se especializam dentro da empresa, passando pelas tarefas do dia a dia, é interessante perceber que as pessoas se dedicam mais ao que consideram fácil e prazeroso. Não há nada de errado nesse comportamento, mas o preocupante é quando ele passa a definir todos os passos que um profissional dá na carreira.
Da mesma forma em que uma criança em idade escolar precisa estudar diferentes disciplinas como português, matemática e ciências, o profissional deve entender que há atividades e aprendizados necessários, mesmo sendo difíceis ou considerados “chatos”. Um exemplo simples é o inglês. Há quem alegue não gostar de estudar línguas, perdendo tempo e dinheiro investindo em outras atividades que não necessariamente seriam valorizadas em sua carreira.
Crescimento e desenvolvimento profissional requerem sacrifícios. Vale a pena tentar enxergar a longo prazo e entender que o aprendizado também vem dos momentos difíceis ou pouco prazerosos. Saber identificar que o que queremos é muitas vezes diferente do que precisamos pode ser decisivo para o sucesso na carreira."
Por isso, você que está começando seu curso agora ou já está graduado e inserido no mercado de trabalho, procure cursos que venham a valorizar sua carreira. Dessa forma você poderá aproveitar muito mais oportunidades.
Até mais!
A Autora
Fonte: Matéria publicada por Fernando Mantovani, para Você S/A online: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/sua-carreira-sua-gestao/2014/02/12/o-que-voce-quer-x-o-que-voce-precisa/. Acesso em 16/02/2014.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Editorial: Menos stress, mais qualidade de vida
Para que a sua carreira possa ser bem sucedida é necessário que seu trabalho seja estimulante, motivador. Mas, atualmente, o que está acontecendo é que os profissionais estão se esforçando ao extremo, devido às pressões do mercado sobre as organizações. Mas, é preciso lembrar que o profissional é, em primeiro lugar, um ser humano, com limites físicos e emocionais. Principalmente os Secretários Executivos: Nossa profissão exige de nós responsabilidades muito estressantes e cabe a cada profissional saber seu próprio limite.
Talita Abrantes, do site Exame.com, realizou uma pesquisa sobre a realidade dos profissionais quanto ao estresse que passam todos os dias e dá dicas de como reconhecer os sintomas e o que fazer para evitá-los:
"Estima-se que 70% da população economicamente ativa do Brasil já tenha sofrido de stress, segundo pesquisa feita no ano passado pelo ISMA Brasil. E o trabalho teria sido o principal vilão para este quadro.De acordo com o levantamento, 69% dos casos foram fruto de situações profissionais.
No entanto, a pesada carga de trabalho não é o único aspecto que conspira contra o equilíbrio mental. Estar acomodado em um trabalho que não desafia e não faz crescer também gera stress, segundo Flora Victoria, da Sociedade Brasileira de Coaching.
“Ou pode-se quebrar por superaquecimento ou murchar e desaparecer por subutilização”, explica a consultora. “Os dois excessos são ruins”.
A razão para isso é simples: 'Por menor esforço que ele demande, quando o trabalho não é prazeroso já gera uma sensação psíquica de sobrecarga', diz Paulo Moretti, gerente médico do Semeando Saúde, do Grupo Santa Celina.
1. Sintomas
Alterações bruscas no comportamento ou na saúde física e mental do indivíduo podem ser sinais de que seus limites estão sendo ultrapassados – de uma maneira nociva.
De acordo com a estudo da ISMA Brasil, 78% dos homens e 83% das mulheres que participaram da pesquisa afirmaram ter dores musculares ou de cabeça. Além disso, 39% deles e 37% delas sofriam de distúrbios do sono.
Segundo Ana Maria Rossi, que conduziu o levantamento e preside a associação no país, a ansiedade foi o sintoma mais prevalente entre as pessoas entrevistadas.
'Via de regra, elas trabalham em um ritmo frenético ou por muitas horas sem pausas. A razão para isso é porque elas não têm muita confiança em seu trabalho ou competência', explica a psicóloga.
Taquicardia, ganho ou perda de peso, problemas gastrointestinais também seriam outros indícios. 'Ele começa a beber ou comer mais, dormir menos, fica sedentário', enumera André Caldeira, da consultoria Propósito. 'Ou passa a querer se isolar, tem dificuldade de se relacionar com os outros'.
Na síndrome de burn out, a fase mais extrema do stress, além da exaustão física e mental, a pessoa pode apresentar um quadro de 'alienação do mundo'.
“Ela se torna cética, agressiva ou passiva”, diz Ana Maria. Além disso, a produtividade e a eficácia da pessoa tende a cair. 'Sabendo que não está rendendo, ela se puxa para trabalhar mais', afirma.
2. Maneiras de evitar (e também aliviar) o stress
Agora, em uma era em que a pressão por resultados cada vez mais agressivos e níveis elevados de excelência, como ser um ótimo profissional sem se quebrar fisicamente e emocionalmente?
A resposta pode estar em um princípio de Aristóteles, segundo Flora.
'Você será feliz quando conseguir usar as suas forças na quantidade correta e estiver funcionando em seu nível ótimo', diz a especialista. Ou seja: trabalhando nem mais, nem menos do que, realmente, pode.
Na prática, isso significa que é preciso ter uma noção clara de si – de quais são suas fronteiras, do quanto é possível ultrapassá-las, de quando é preciso parar e, quando for o caso, do quanto você precisa se esforçar para chegar até lá.
'A empresa não é algoz e não é vítima. São escolhas e corresponsabilidades', afirma Caldeira. Em outras palavras, cada profissional também é responsável pelo próprio equilíbrio. E isso demanda assumir o volante da própria vida e não ceder às pressões.
Manter um estilo de vida saudável (com a prática regular de exercícios físicos, boas noites de sono e uma alimentação equilibrada), ter com quem desabafar e investir em técnicas de relaxamento não são garantias de imunidade ao stress.
Mas tais medidas provavelmente irão ajudá-lo a "lidar com o stress e ter uma recuperação mais eficiente", afirma Ana Maria.
Lembre-se: 'É importante cultivar o devido valor para todas as esferas do viver. Quando isso não está balanceado, sinal de que você está se sacrificando, dando mais para a carreira do que deveria', afirma Artur Zular, do Instituto de Qualidade de Vida. "
O importante é sempre gostar do que faz e trabalhar com a motivação necessária, sem esquecer que a qualidade de vida vem em primeiro lugar.
A Autora
Fonte:
Pesquisa realizada por Talita Abrantes, para o site Exame.com. http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-sinais-de-que-voce-esta-se-sacrificando-pelo-trabalho?page=1. Acesso em 08/02/2014
Talita Abrantes, do site Exame.com, realizou uma pesquisa sobre a realidade dos profissionais quanto ao estresse que passam todos os dias e dá dicas de como reconhecer os sintomas e o que fazer para evitá-los:
"Estima-se que 70% da população economicamente ativa do Brasil já tenha sofrido de stress, segundo pesquisa feita no ano passado pelo ISMA Brasil. E o trabalho teria sido o principal vilão para este quadro.De acordo com o levantamento, 69% dos casos foram fruto de situações profissionais.
No entanto, a pesada carga de trabalho não é o único aspecto que conspira contra o equilíbrio mental. Estar acomodado em um trabalho que não desafia e não faz crescer também gera stress, segundo Flora Victoria, da Sociedade Brasileira de Coaching.
“Ou pode-se quebrar por superaquecimento ou murchar e desaparecer por subutilização”, explica a consultora. “Os dois excessos são ruins”.
A razão para isso é simples: 'Por menor esforço que ele demande, quando o trabalho não é prazeroso já gera uma sensação psíquica de sobrecarga', diz Paulo Moretti, gerente médico do Semeando Saúde, do Grupo Santa Celina.
1. Sintomas
Alterações bruscas no comportamento ou na saúde física e mental do indivíduo podem ser sinais de que seus limites estão sendo ultrapassados – de uma maneira nociva.
De acordo com a estudo da ISMA Brasil, 78% dos homens e 83% das mulheres que participaram da pesquisa afirmaram ter dores musculares ou de cabeça. Além disso, 39% deles e 37% delas sofriam de distúrbios do sono.
Segundo Ana Maria Rossi, que conduziu o levantamento e preside a associação no país, a ansiedade foi o sintoma mais prevalente entre as pessoas entrevistadas.
'Via de regra, elas trabalham em um ritmo frenético ou por muitas horas sem pausas. A razão para isso é porque elas não têm muita confiança em seu trabalho ou competência', explica a psicóloga.
Taquicardia, ganho ou perda de peso, problemas gastrointestinais também seriam outros indícios. 'Ele começa a beber ou comer mais, dormir menos, fica sedentário', enumera André Caldeira, da consultoria Propósito. 'Ou passa a querer se isolar, tem dificuldade de se relacionar com os outros'.
Na síndrome de burn out, a fase mais extrema do stress, além da exaustão física e mental, a pessoa pode apresentar um quadro de 'alienação do mundo'.
“Ela se torna cética, agressiva ou passiva”, diz Ana Maria. Além disso, a produtividade e a eficácia da pessoa tende a cair. 'Sabendo que não está rendendo, ela se puxa para trabalhar mais', afirma.
2. Maneiras de evitar (e também aliviar) o stress
Agora, em uma era em que a pressão por resultados cada vez mais agressivos e níveis elevados de excelência, como ser um ótimo profissional sem se quebrar fisicamente e emocionalmente?
A resposta pode estar em um princípio de Aristóteles, segundo Flora.
'Você será feliz quando conseguir usar as suas forças na quantidade correta e estiver funcionando em seu nível ótimo', diz a especialista. Ou seja: trabalhando nem mais, nem menos do que, realmente, pode.
Na prática, isso significa que é preciso ter uma noção clara de si – de quais são suas fronteiras, do quanto é possível ultrapassá-las, de quando é preciso parar e, quando for o caso, do quanto você precisa se esforçar para chegar até lá.
'A empresa não é algoz e não é vítima. São escolhas e corresponsabilidades', afirma Caldeira. Em outras palavras, cada profissional também é responsável pelo próprio equilíbrio. E isso demanda assumir o volante da própria vida e não ceder às pressões.
Manter um estilo de vida saudável (com a prática regular de exercícios físicos, boas noites de sono e uma alimentação equilibrada), ter com quem desabafar e investir em técnicas de relaxamento não são garantias de imunidade ao stress.
Mas tais medidas provavelmente irão ajudá-lo a "lidar com o stress e ter uma recuperação mais eficiente", afirma Ana Maria.
Lembre-se: 'É importante cultivar o devido valor para todas as esferas do viver. Quando isso não está balanceado, sinal de que você está se sacrificando, dando mais para a carreira do que deveria', afirma Artur Zular, do Instituto de Qualidade de Vida. "
O importante é sempre gostar do que faz e trabalhar com a motivação necessária, sem esquecer que a qualidade de vida vem em primeiro lugar.
A Autora
Fonte:
Pesquisa realizada por Talita Abrantes, para o site Exame.com. http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-sinais-de-que-voce-esta-se-sacrificando-pelo-trabalho?page=1. Acesso em 08/02/2014
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Editorial: Fatores importantes para a ascensão profissional
Todo profissional pensa em subir degraus em sua carreira. E não podia ser diferente com o profissional de Secretariado Executivo. E para que a nossa carreira seja bem sucedida, é preciso observar alguns fatores importantes:
1. Comprometimento
Em tempos de uma geração inteira pensando no tédio que é passar mais de um ano na mesma companhia, as empresas querem gente capaz de vestir a camisa, de fato.
É esse sentimento que gera “a responsabilidade pessoal não só com as próprias atribuições, mas com o resultado da empresa”, diz Rogério Boeira, fundador da Escola Cultman Para Executivos.
2. Comunicação
Neste ponto, não é necessário ter habilidade nem oratórias dignas de Steve Jobs. Mas, é preciso ser claro ao passar informações adiante, preciso em sua comunicação não verbal e empático na hora de dar feedback.
“As respostas devem ser sempre equilibradas e proporcionais”, exemplifica o especialista.
3. Gestão do tempo
Por fim, aprender a controlar a própria agenda é outro atributo básico para a ascensão profissional. A explicação é até óbvia: só com uma boa administração do tempo é possível dar vazão para todas suas outras qualidades e, consequentemente, ter um bom desempenho."
Além desses fatores, ainda podemos citar: Capacitação profissional, ética, respeito e proatividade.
A Autora.
Fonte: Artigo publicado por Talita Abrantes para revista Exame.com: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/3-caracteristicas-essenciais-para-crescer-na-carreira. Acesso em 01/02/2014.
1. Comprometimento
Em tempos de uma geração inteira pensando no tédio que é passar mais de um ano na mesma companhia, as empresas querem gente capaz de vestir a camisa, de fato.
É esse sentimento que gera “a responsabilidade pessoal não só com as próprias atribuições, mas com o resultado da empresa”, diz Rogério Boeira, fundador da Escola Cultman Para Executivos.
2. Comunicação
Neste ponto, não é necessário ter habilidade nem oratórias dignas de Steve Jobs. Mas, é preciso ser claro ao passar informações adiante, preciso em sua comunicação não verbal e empático na hora de dar feedback.
“As respostas devem ser sempre equilibradas e proporcionais”, exemplifica o especialista.
3. Gestão do tempo
Por fim, aprender a controlar a própria agenda é outro atributo básico para a ascensão profissional. A explicação é até óbvia: só com uma boa administração do tempo é possível dar vazão para todas suas outras qualidades e, consequentemente, ter um bom desempenho."
Além desses fatores, ainda podemos citar: Capacitação profissional, ética, respeito e proatividade.
A Autora.
Fonte: Artigo publicado por Talita Abrantes para revista Exame.com: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/3-caracteristicas-essenciais-para-crescer-na-carreira. Acesso em 01/02/2014.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Editorial: Habilidades dos profissionais brasileiros que atraem as multinacionais
Não é novidade que o profissional brasileiro bem preparado é muito valorizado no mercado internacional. É cada vez mais comum multinacionais estrangeiras buscarem executivos do Brasil. E isso ocorre não só com o executivo de alta gestão, mas também com seus assistentes, sua equipe como um todo. O Secretário Executivo, enquanto parte importante da equipe, precisa estar em constante busca por qualificação, para estar apto ao mercado competitivo e às oportunidades de crescimento e ascenção na carreira, quando estas surgirem.
A revista EXAME, ed. Janeiro/2014, traz uma matéria de Camila Pati com o profissional Thiago Pimenta, headhunter e sócio da FLOW, sobre as habilidades mais valorizadas pelas multinacionais, na hora de contratar um executivo brasileiro (e sua equipe):
"01 - Habilidade de gestão com restrição de recursos e instabilidade
Com o histórico de instabilidade econômica e política do Brasil, Thiago Pimenta afirma que os executivos na faixa dos 45 anos 'já viram de tudo'.
De acordo com ele, quem começou a carreira há 30 anos enfrentou a hiperinflação e cenário de liquidez restrita, entre outros muitos desafios próprios das décadas de 1980 e 1990
'Tendo em vista esta curva de aprendizado, quando há um cenário estável, esses executivos tiram de letra', diz. Executivos que viveram profissionalmente esta época se acostumaram a seguir o lema: 'fazer mais com menos'.
Inovação e criatividade são qualidades que despontam em quem consegue trazer resultados mesmo em cenários adversos, segundo Pimenta. E as multinacionais reconhecem esse talento e a necessidade de profissionais com esta bagagem, diz o especialista.
02 - Capacidade de lidar com 'gap educacional' da equipe
As empresas brasileiras tentam suprir deficiências de seus funcionários - no que diz respeito à qualificação técnica - com a oferta de treinamentos e cursos. O gap educacional, diz Pimenta, é um problema que afeta companhias instaladas no Brasil, há tempos, por isso os executivos já estão preparados para lidar com isso.
Ao chegar no exterior e trabalhar com equipes altamente especializadas, a evolução é natural, segundo o especialista.
03 - Trabalho em cenários multiculturais
A heterogeneidade da população brasileira é fato. Diferenças culturais são uma constante nas empresas brasileiras e não assustam mais os chefes. 'Operar em uma cultura heterogênea é um desafio e as multinacionais enxergam no executivo brasileiro este potencial, o que naturalmente conta pontos a favor', diz Pimenta.
Ele explica que o aprendizado a que o executivo está exposto no Brasil não se repete em outras localidades.
'Países como Noruega, Suécia são muito homogêneos e não incitam este tipo de oficina. No Brasil o executivo precisa ser um camaleão para extrair informações e desenvolver a equipe', diz.
04 - Saber operar em áreas territoriais extensas
País de dimensões continentais, o Brasil só perde, em tamanho, para Rússia, Canadá China e Estados Unidos. Aliada ao enorme território a carência de infraestrutura dá contornos ainda mais desafiadores às operações das empresas por aqui.
'Um diretor de uma mineradora de ferro, há alguns anos, tinha dois portos para escoamento da produção, por exemplo', diz Pimenta. Para ele, todos esses obstáculos provocam os profissionais a achar soluções que 'não estão na mesa'. 'Os brasileiros são criativos, e não estou falando do jeitinho brasileiro, me refiro à criatividade responsável, o executivo está acostumado a trabalhar com pouco', diz."
O importante é entender que o aprendizado não está só dentro das salas de aula do MBA ou dos centros de qualificação profissional, está também no dia -a - dia, com os desafios e com o fato de não desistir enquanto o problema não for resolvido. Basta saber como observar nossa rotina e as lições que aprendemos diariamente.
A Autora
Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/4-habilidades-que-brasileiros-tem-e-as-multinacionais-adoram?page=1 . Camila Pati para EXAME, Ed. Janeiro/2014. Acesso em 25/01/2014.
A revista EXAME, ed. Janeiro/2014, traz uma matéria de Camila Pati com o profissional Thiago Pimenta, headhunter e sócio da FLOW, sobre as habilidades mais valorizadas pelas multinacionais, na hora de contratar um executivo brasileiro (e sua equipe):
"01 - Habilidade de gestão com restrição de recursos e instabilidade
Com o histórico de instabilidade econômica e política do Brasil, Thiago Pimenta afirma que os executivos na faixa dos 45 anos 'já viram de tudo'.
De acordo com ele, quem começou a carreira há 30 anos enfrentou a hiperinflação e cenário de liquidez restrita, entre outros muitos desafios próprios das décadas de 1980 e 1990
'Tendo em vista esta curva de aprendizado, quando há um cenário estável, esses executivos tiram de letra', diz. Executivos que viveram profissionalmente esta época se acostumaram a seguir o lema: 'fazer mais com menos'.
Inovação e criatividade são qualidades que despontam em quem consegue trazer resultados mesmo em cenários adversos, segundo Pimenta. E as multinacionais reconhecem esse talento e a necessidade de profissionais com esta bagagem, diz o especialista.
02 - Capacidade de lidar com 'gap educacional' da equipe
As empresas brasileiras tentam suprir deficiências de seus funcionários - no que diz respeito à qualificação técnica - com a oferta de treinamentos e cursos. O gap educacional, diz Pimenta, é um problema que afeta companhias instaladas no Brasil, há tempos, por isso os executivos já estão preparados para lidar com isso.
Ao chegar no exterior e trabalhar com equipes altamente especializadas, a evolução é natural, segundo o especialista.
03 - Trabalho em cenários multiculturais
A heterogeneidade da população brasileira é fato. Diferenças culturais são uma constante nas empresas brasileiras e não assustam mais os chefes. 'Operar em uma cultura heterogênea é um desafio e as multinacionais enxergam no executivo brasileiro este potencial, o que naturalmente conta pontos a favor', diz Pimenta.
Ele explica que o aprendizado a que o executivo está exposto no Brasil não se repete em outras localidades.
'Países como Noruega, Suécia são muito homogêneos e não incitam este tipo de oficina. No Brasil o executivo precisa ser um camaleão para extrair informações e desenvolver a equipe', diz.
04 - Saber operar em áreas territoriais extensas
País de dimensões continentais, o Brasil só perde, em tamanho, para Rússia, Canadá China e Estados Unidos. Aliada ao enorme território a carência de infraestrutura dá contornos ainda mais desafiadores às operações das empresas por aqui.
'Um diretor de uma mineradora de ferro, há alguns anos, tinha dois portos para escoamento da produção, por exemplo', diz Pimenta. Para ele, todos esses obstáculos provocam os profissionais a achar soluções que 'não estão na mesa'. 'Os brasileiros são criativos, e não estou falando do jeitinho brasileiro, me refiro à criatividade responsável, o executivo está acostumado a trabalhar com pouco', diz."
O importante é entender que o aprendizado não está só dentro das salas de aula do MBA ou dos centros de qualificação profissional, está também no dia -a - dia, com os desafios e com o fato de não desistir enquanto o problema não for resolvido. Basta saber como observar nossa rotina e as lições que aprendemos diariamente.
A Autora
Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/4-habilidades-que-brasileiros-tem-e-as-multinacionais-adoram?page=1 . Camila Pati para EXAME, Ed. Janeiro/2014. Acesso em 25/01/2014.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Editorial
Discurso apresentado pela Oradora Discente e formanda de Secretariado Executivo Cinara Teixeira, na solenidade de colação de grau da Universidade Federal do Ceará - UFC, realizada dia 15/01/2014.
"Boa noite a todos .
(À esquerda a Vice-Coordenadora do curso de Secretariado Executivo da UFC, Profa.Conceição Barros, no meio a Oradora Discente Cinara Teixeira e à direita a Coordenadora do curso de Secretariado Executivo da UFC Profa. Joelma Soares)
"Boa noite a todos .
Dissertar acerca de tantos anos não é
tarefa fácil. Especialmente quando este tempo traduz nossa jornada acadêmica repleta
de expectativas e anseios; tristezas e alegrias,
desafios e conquistas; desânimos e entusiasmos.
Toda esta trajetória despontou ao
ingressarmos em uma das maiores e melhores universidades brasileiras - a
Universidade Federal do Ceará. Certamente a aprovação teve um significado
diferente para cada um de nós. Significou a conquista de um sonho, seja pela
formação profissional, seja pela possibilidade de se tornar agente ativo de sua
própria história.
Quem de nós lembra do primeiro dia de
aula? Da primeira matrícula? Dos primeiros professores? Do primeiro contato com
os colegas?
Foram inúmeras situações e pessoas que
contribuíram para essa construção que culmina agora neste momento.
Impossível não citar os desafios, os
medos, e tantas outras incertezas que somadas à dedicação e por que não dizer à
renúncia, serviram de mola propulsora para nosso amadurecimento.
As horas dedicadas às aulas, à leitura,
à pesquisa e várias outras atividades nos proporcionaram maturidade para cultivarmos
o saber e assim desfrutarmos de qualificação, de formação social, bem como da
capacidade reflexiva e crítica sobre a realidade que nos circunda.
Citemos também as vitórias, o crescimento
pessoal, acadêmico e profissional e as amizades construídas neste período e que
certamente perdurarão para nossas vidas.
Hoje, esta colação de grau simboliza o
fruto do nosso empenho para a concretização de mais um sonho: a conclusão dos
nossos cursos.
Estar aqui é um privilégio do qual devemos
sempre lembrar, não como o término de uma jornada, mas como a transição para
uma nova fase. Seguiremos com a certeza
que fizemos o melhor e que após este ciclo ainda há muito a ser conquistado.
Muitas oportunidades surgirão, mas, o importante
é que, sejam quais forem as nossas escolhas, façamos com profissionalismo e com
a responsabilidade de sermos egressos da Universidade Federal do Ceará.
O grande poeta português, Fernando
Pessoa nos ensina:
“Para ser grande, sê inteiro. Sê todo em
cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes”.
Sejamos, portanto, profissionais
inteiros. Para sermos inteiros é necessário que deixemo-nos guiar pela virtude,
pela esperança e, principalmente, pelo amor. Nunca deixemos de buscar o
conhecimento e tudo o que fizermos seja realizado com honra e trabalho.
Honremos nossas escolhas e façamos delas
o caminho para nossas realizações diárias.
Saímos hoje com a certeza de que o maior
legado que levamos é o conhecimento e peçamos a Deus, o nosso Criador que nos
ajude a retribuir á sociedade tal conhecimento que gentilmente nos foi
concedido.
Estendemos nossos mais sinceros
agradecimentos:
À Deus, o Senhor, a quem pertence o dom
da vida e em quem habita toda a plenitude
As nossas Famílias
Aos nossos amigos
A toda comunidade acadêmica da Universidade
Federal do Ceará
Por todo apoio e confiança que nos foram
destinados.
Agradeço, particularmente, na qualidade
de formanda do Curso de Secretariado Executivo, a oportunidade de ter feito
parte de sua história e o privilégio de ser oradora discente.
Por fim, reflitamos sobre as palavras do
sábio Rei Salomão:
“Com sabedoria se constrói a casa e com
discernimento a consolida”
Cinara representou não só os alunos formandos daquele dia, mas sim todos os profissionais de Secretariado Executivo. Suas palavras nos enchem de orgulho!
A Autora
Fonte: Texto concedido por Cinara Teixeira.
sábado, 11 de janeiro de 2014
Nota da FENASSEC sobre o XIX Congresso Nacional de Secretariado (Consec) de 2014
"NOTA SOBRE O XIX CONSEC DA FENASSEC
Fenassec transfere data do XIX
Congresso Nacional de Secretariado
O aumento das passagens aéreas e taxas de hospedagem no próximo ano por conta da Copa do Mundo e a impossibilidade de participação de colegas que atuam na gestão pública por conta das eleições presidenciais fizeram a Federação Nacional das Secretárias e Secretários (Fenassec) decidir pela transferência do XIX Congresso Nacional de Secretariado (Consec) de 2014 para 2016.
A decisão da diretoria da Fenassec foi tomada em reunião, realizada dias 21 e 22 de novembro, em Brasília/DF. De acordo com a presidente da Fenassec, Bernadete Lieuthier, a deliberação ocorreu após exaustivo debate e análise das informações e providências com maioria dos presentes à reunião de diretoria.
'O ano de 2014 será um ano atípico, com dois eventos relevantes e de impacto nos recursos (financeiros, logística etc.), a Copa do Mundo no 1º semestre, que implica em altas tarifas hoteleiras e aéreas e no 2º semestre a realização das Eleições. Além disso, as eleições inviabilizam o pagamento das inscrições por empenho até 90 dias antes do pleito, fato que dificultará a participação dos profissionais Secretários atuantes na administração pública',
explicou a presidente. "
Fonte: http://www.fenassec.com.br/nota-sobre-xix-consec-fenassec.pdf. Acesso em 11/01/2014.
Fenassec transfere data do XIX
Congresso Nacional de Secretariado
O aumento das passagens aéreas e taxas de hospedagem no próximo ano por conta da Copa do Mundo e a impossibilidade de participação de colegas que atuam na gestão pública por conta das eleições presidenciais fizeram a Federação Nacional das Secretárias e Secretários (Fenassec) decidir pela transferência do XIX Congresso Nacional de Secretariado (Consec) de 2014 para 2016.
A decisão da diretoria da Fenassec foi tomada em reunião, realizada dias 21 e 22 de novembro, em Brasília/DF. De acordo com a presidente da Fenassec, Bernadete Lieuthier, a deliberação ocorreu após exaustivo debate e análise das informações e providências com maioria dos presentes à reunião de diretoria.
'O ano de 2014 será um ano atípico, com dois eventos relevantes e de impacto nos recursos (financeiros, logística etc.), a Copa do Mundo no 1º semestre, que implica em altas tarifas hoteleiras e aéreas e no 2º semestre a realização das Eleições. Além disso, as eleições inviabilizam o pagamento das inscrições por empenho até 90 dias antes do pleito, fato que dificultará a participação dos profissionais Secretários atuantes na administração pública',
explicou a presidente. "
Fonte: http://www.fenassec.com.br/nota-sobre-xix-consec-fenassec.pdf. Acesso em 11/01/2014.
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